VULNERABILIDAD SOCIOFISCAL EN CIUDADES GEMELAS BRASILEÑAS DE FRONTERA

Contenido principal del artículo

Thiago Perez Bernardes de Moraes

Resumen

El artículo examina la vulnerabilidad sociofiscal en ciudades gemelas brasileñas de frontera, tomando el municipio como unidad ecológica y la protección social como problema territorial. El corpus reúne las 33 ciudades gemelas nacionales reconocidas por el IBGE, con datos oficiales extraídos de bases municipales públicas. La metodología articula análisis documental, estadística descriptiva, correlaciones, regresiones exploratorias con errores robustos, clusterización y simulaciones Monte Carlo destinadas a probar la estabilidad de un Índice de Vulnerabilidad Sociofiscal en Fronteras Gemelas. Los resultados muestran que la frontera no opera como bloque homogéneo: pequeños municipios amazónicos y centro-occidentales de baja densidad concentran criticidad más elevada, mientras parte de la frontera sur presenta mejor posición relativa. Se concluye que la protección social en ciudades gemelas requiere una lectura territorial fina, pues las desigualdades sociofiscales modulan la capacidad pública de convertir el derecho formal en acceso efectivo.

##plugins.themes.bootstrap3.displayStats.downloads##

##plugins.themes.bootstrap3.displayStats.noStats##

Detalles del artículo

Sección

Artículo

Cómo citar

PEREZ BERNARDES DE MORAES, Thiago. VULNERABILIDAD SOCIOFISCAL EN CIUDADES GEMELAS BRASILEÑAS DE FRONTERA. Brazilian Journal of Research in Applied Social Sciences, [S. l.], v. 5, n. 1, p. 01–21, 2026. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/BJRASS/article/view/122313. Acesso em: 3 oct. 2026.

Referencias

ARRETCHE, Marta. Democracia, federalismo e centralização no Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV; Editora Fiocruz, 2012.

BERWIG, Solange Emilene; ARNOUD, Danise Tatiane Reck; DALENOGARE, Lucas Felipe Pereira. Gestão do trabalho na assistência social: um estudo sobre a NOB-RH/SUAS. Brazilian Journal of Research in Applied Social Sciences, São Borja, v. 4, n. 1, p. 17-39, 2025. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/BJRASS/article/view/119006. Acesso em: 18 jun. 2026.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Política Nacional de Assistência Social, PNAS/2004. Brasília, DF: MDS, 2005.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social, NOB/SUAS. Brasília, DF: MDS, 2012.

BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Regional. Portaria n. 2.507, de 5 de outubro de 2021. Estabelece o conceito de cidades gêmeas nacionais. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 6 out. 2021.

CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. Petrópolis: Vozes, 1998.

CEPAL. Panorama Social da América Latina e do Caribe, 2024: resumo executivo. Santiago: Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, 2024. Disponível em: https://www.cepal.org/pt-br/publicacoes/81347-panorama-social-america-latina-caribe-2024-resumo-executivo. Acesso em: 18 jun. 2026.

DISCONCI, Renilza Carneiro; BERWIG, Solange Emilene. Política de assistência social e política de assistência estudantil: intersetorialidade na garantia de direitos. Brazilian Journal of Research in Applied Social Sciences, São Borja, v. 2, n. 2, p. 25-41, 2023. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/BJRASS/article/view/116000. Acesso em: 18 jun. 2026.

IBGE. Brasil: Cidades e Estados. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2026. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados. Acesso em: 18 jun. 2026.

IBGE. Municípios da Faixa de Fronteira e Cidades Gêmeas 2024. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2024. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/geociencias/organizacao-do-territorio/estrutura-territorial/24073-municipios-da-faixa-de-fronteira.html. Acesso em: 18 jun. 2026.

LOTTA, Gabriela. Teoria e análises sobre implantação de políticas públicas no Brasil. Brasília, DF: Enap, 2019.

MCKINNEY, Wes. Data structures for statistical computing in Python. In: PROCEEDINGS OF THE 9TH PYTHON IN SCIENCE CONFERENCE, 2010, Austin. Proceedings [...]. Austin: SciPy, 2010. p. 56-61. DOI: 10.25080/Majora-92bf1922-00a.

PEDREGOSA, Fabian et al. Scikit-learn: machine learning in Python. Journal of Machine Learning Research, [S. l.], v. 12, p. 2825-2830, 2011. Disponível em: https://jmlr.org/papers/v12/pedregosa11a.html. Acesso em: 18 jun. 2026.

PNUD. Human Development Report 2023/2024: breaking the gridlock, reimagining cooperation in a polarized world. New York: United Nations Development Programme, 2024. Disponível em: https://hdr.undp.org/content/human-development-report-2023-24. Acesso em: 18 jun. 2026.

PYTHON SOFTWARE FOUNDATION. Python language reference, version 3.11. Wilmington: Python Software Foundation, 2026. Disponível em: https://www.python.org/. Acesso em: 18 jun. 2026.

ROSA, Alene Silva da; SILVA, Vini Rabassa da. Política de Assistência Social e as particularidades da fronteira entre o Brasil e o Uruguai. Brazilian Journal of Research in Applied Social Sciences, São Borja, v. 3, n. 2, p. 13-32, 2024. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/BJRASS/article/view/118970. Acesso em: 18 jun. 2026.

SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996.

SEABOLD, Skipper; PERKTOLD, Josef. Statsmodels: econometric and statistical modeling with Python. In: PROCEEDINGS OF THE 9TH PYTHON IN SCIENCE CONFERENCE, 2010, Austin. Proceedings [...]. Austin: SciPy, 2010. p. 92-96. DOI: 10.25080/Majora-92bf1922-011.

SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

TILLY, Charles. Durable inequality. Berkeley: University of California Press, 1998.

VAN DER WALT, Stefan; COLBERT, S. Chris; VAROQUAUX, Gaël. The NumPy array: a structure for efficient numerical computation. Computing in Science & Engineering, [S. l.], v. 13, n. 2, p. 22-30, 2011. DOI: 10.1109/MCSE.2011.37.