COMO O CÉREBRO APRENDE UMA LÍNGUA ADICIONAL: UMA REVISÃO DA LITERATURA

Rótulo Cérebro; Neurociência; Aquisição; Aprendizagem; Língua adicional.

Resumo

O presente trabalho surgiu de uma inquietação sobre as seguintes perguntas: Como nosso cérebro aprende uma língua adicional? Esse é um tema de interesse dos nossos pares, professores-pesquisadores de línguas adicionais brasileiros, que divulgam seus estudos em língua portuguesa? Definimos, assim, dois objetivos: (1) explorar, por meio de uma revisão da literatura, o campo da neurociência; e (2) descobrir se existem e o que dizem os estudos publicados no Brasil em língua portuguesa tratando de neurociência relacionada à aquisição e/ou aprendizagem de uma língua adicional. Nossa revisão da literatura abordou o conhecimento atual a respeito das estruturas e funções do cérebro, os elementos e as partes que compõem o córtex cerebral, a relação entre o processamento da linguagem e a aprendizagem e os possíveis fatores que influenciam a mesma. Nossa metodologia de pesquisa de campo quantitativa foi a revisão sistemática, realizada na plataforma Google Acadêmico em busca de trabalhos publicados no Brasil nos últimos 10 anos em língua portuguesa. Por meio da utilização de operadores lógicos, encontramos cinco artigos que abordavam a neurociência cognitiva e a aprendizagem de línguas adicionais. Os principais temas abordados nesses estudos foram o vocabulário e a memória. Os cinco trabalhos analisados qualitativamente apontam que a aquisição de vocabulário depende da memória, e um armazenamento eficiente depende da atenção e da emoção.

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Publicado
2021-11-16
Como Citar
Nádia Carolina Chrispim dos Santos, & Silva Pires de Assumpção, S. (2021). COMO O CÉREBRO APRENDE UMA LÍNGUA ADICIONAL: UMA REVISÃO DA LITERATURA. Revista De Estudos Híbridos Na Área Da Linguagem, 2(01), 69-92. Recuperado de https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/REHAL/article/view/108702
Seção
Artigos