Clima Organizacional e Rotatividade: um estudo de caso em uma empresa de esquadrias do município de Rolante, região do Paranhana/RS

Contenido principal del artículo

Jacques André Grings
Jefferson Magnus Scheffer
Fábio Rios Kwecko
Vinicius Dornelles Valent

Resumen

El artículo presenta los resultados de una investigación que tuvo como objetivo identificar y analizar la influencia del clima organizacional en los índices de rotación de una empresa de ventanas en la ciudad de Rolante/RS. Se elaboró ​​y aplicó una encuesta con veinte empleados que laboran en el sector productivo de la empresa. Como instrumento de recolección de datos se utilizó un cuestionario estructurado con preguntas cerradas y abiertas a través de la herramienta Google Forms. El clima organizacional puede reflejar el ambiente psicológico, propio de cada organización y está relacionado con la satisfacción de las necesidades de cada empleado. A su vez, el estado del clima organizacional, ya sea positivo o negativo, puede influir directamente en la rotación de empleados y, en consecuencia, en los resultados y desarrollo de la organización. Los datos generados a través de la investigación mostraron que los indicadores de alta rotación pueden ser un reflejo de la actual política de gestión de personas de la organización y factores como la claridad de la información, el reconocimiento por el trabajo desarrollado, las condiciones de trabajo, la remuneración y el incentivo al trabajo en equipo fueron descuidados por la empresa. liderazgo, reflejando la insatisfacción de los empleados y comprometiendo así el clima organizacional.

Detalles del artículo

Sección

Artigos

Biografía del autor/a

Jacques André Grings, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS)

Administrador de Empresas;

Maestría en Desarrollo Regional;

Profesor del Instituto Federal de Educación, Ciencia y Tecnología de Rio Grande do Sul (IFRS)

Jefferson Magnus Scheffer, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS)

Tecnólogo en Procesos de Gestión

Fábio Rios Kwecko, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS)

Administrador de empresas;

Maestría en Gestión Educativa;

Profesor del Instituto Federal de Educación, Ciencia y Tecnología de Rio Grande do Sul (IFRS)

Vinicius Dornelles Valent, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS)

Administrador de empresas;

Maestría en Administración de Negocios;

Doctor en Agronegocios;

Profesor del Instituto Federal de Educación, Ciencia y Tecnología de Rio Grande do Sul (IFRS)

Cómo citar

Clima Organizacional e Rotatividade: : um estudo de caso em uma empresa de esquadrias do município de Rolante, região do Paranhana/RS. Revista Estratégia e Desenvolvimento, [S. l.], v. 6, n. 1, 2023. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/RED/article/view/111159. Acesso em: 14 apr. 2026.

Referencias

BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2002.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
BRANNICK, J. Decreasing the staggering cost of turnover in your organization. Brannick Human Resource Connections, 2008.
CAMPOS, C. V. A; MALIK, A. M. Satisfação no trabalho e rotatividade dos médicos do Programa de Saúde da Família. Revista de Administração Pública. Rio de Janeiro, v. 42, n. 2, mar/abr. 2008.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: Fundamentos básicos. São Paulo: Manole, 2009.
_____. Gerenciando com as pessoas: transformando o executivo em um excelente gestor de pessoas: um guia para o executivo aprender a lidar com sua equipe de trabalho. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
_____. Introdução à teoria geral da administração. 10º ed. São Paulo: Atlas, 2020.
CUNHA, Paulo Roberto da. (2014). Pesquisa de Clima Organizacional do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Campus Paraíso do Tocantins. Recuperado em 15 de março de 2018 de http://www.ifto.edu.br/ifto_cms/docs/arquivos/130520151538AnalisedaPesquisadeClima OrganizacionalIFTO21.pdf.
EBOLI, Marisa. O Papel das Lideranças no êxito de um sistema de educação corporativa. Revista RAE. São Paulo, v.45, n. 4, p.118-122, set. 2005.
ELY, E. E. Clima organizacional: o diferencial competitivo. Disponível em: http://www.rh.com.br/ler. Php?cod=3443&org=3. Acesso em 18 de mar. 2020.
FERNANDEZ, H. A perda do conhecimento originada pelo alto turnover. Revista Banas Qualidade: Gestão, Processo e Meio Ambiente, ano 15, v. 15, n. 171, p. 20-22, ago. 2006.
FERREIRA, M. C; FREIRE, O. N. Carga de trabalho e rotatividade na função de frentista. Revista de Administração contemporânea. Brasília. v. 5, n. 2, maio/ago, 2001.
GIL, Antônio Carlos. Gestão de pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas, 2014.
HERZBERG, F. Novamente: como se faz para motivar funcionários? Biblioteca Harvard de Administração de Empresas, São Paulo: v.1, n.13, 1975.
HAHN, M. Consequências do compromisso organizacional. [s. l.: s. n.], 2007. Disponível em: Acesso em: 20 jan. 2009.
IBGE- INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo demográfico- Rio Grande do Sul, 2020.
KOLB, D. A et al. Psicologia organizacional: uma abordagem vivencial. São Paulo, Atlas, 1986.
LI, Jianfeng; Liu, Hongping; HEIJDEN, Beatrice Van Der; GUO And Zhiwen. The Role of Filial Piety in the Relationships between Work Stress, Job Satisfaction, and Turnover Intention: A Moderated Mediation Model. International Journal of Environmental Research and Public Health, 2021.
LITWIN, G.H., STRINGER, R. A. Motivation and organizational climate. Cambridge: Harvard University Press, 1968.
LUZ, Ricardo. Gestão do clima organizacional. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.
MARRAS, Jean Pierre (2011). Administração de recursos humanos: do operacional ao estratégico. 14ª ed. São Paulo, SP: Saraiva.
MARTELO, CLARO e VIEIRA, A.M. Clima Organizacional no contexto de uma incubadora: estudo com três empreendimentos do interior de São Paulo. Revista FSA, v. 13, n. 2, p.24-49, 2016.
MARX, Karl. O Capital: crítica da economia política. Livro I. São Paulo: Boitempo, 2017.
MASLOW, A. H. (1987). Motivation and personality. New York: Harper e Row.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2011. p. 214.
______. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. São Paulo: Atlas, 2009.
McGREGOR, D. Os aspectos humanos da empresa. Lisboa: Clássica, 1960.
MENEZES, Igor Gomes; GOMES, Ana Cristina Passos. Clima organizacional: uma revisão histórica do construto. Psicologia em Revista. v. 16, n.1, p. 158-179, 2010.
MILIONI, B. Dicionário de termos de recursos humanos. São Paulo: Fênix Central de negócios, 2006.
MOREIRA, Elen Gongora Moreira. Clima organizacional. Curitiba, PR: IESDE, 2012.
NOGUEIRA, Arnaldo Mazzei. Teoria geral da administração para o século XXI. São Paulo: Ática, 2007.
POMI, R. M. A importância da gestão do turnover. Entrevista concedida ao RH. Disponível em: www.rh.com.br?ler.php?co=3998&org=3. Acesso em: 12 ago. 2020.
RAM, Li; CHEN, Xuyu; PENG, Shuzhen; ZHENG, Feng; TAN, Xiaodong; DUAN, Ruihua. Job Burnout and Turnover Intention Among Chinese Primary Healthcare Staff: the mediating effect of Satisfaction. BMJ Open, 2020.
ROBBINS, Stephen P. Comportamento organizacional. 9 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
SBRAGIA, R. Um estudo empírico sobre clima organizacional em instituições de pesquisa. Revista de Administração, v. 18, n., p 30-39, 1983.
SIMON, Herbert Alexander. Comportamento Administrativo. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1965.
SIQUEIRA, M. M. M.; PEREIRA, S. E. F. N. Análise de um modelo afetivo para intenção de sair da organização. Revista da SPTM, v. 4, n. 6, p. 48-57. 2001.
SPECTOR, Paul E. Psicologia nas Organizações. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2002. 452p.