Trabajo social y masculinidad hegemónica: un análisis a la luz de la teoría de la reproducción social.
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Resumen
O presente trabalho se propõe a investigar a relação entre o trabalho com homens autores de violência contra mulheres e a formação profissional da/do assistente social, à luz da Teoria da Reprodução Social e do feminismo marxiano. Trata-se de uma pesquisa qualitativa-exploratória, com base na teoria social crítica. O estudo evidenciou que a masculinidade violenta não é um fenômeno isolado, mas expressão estrutural das relações de gênero, classe e poder na sociabilidade capitalista, racista e patriarcal. Nesse contexto, o Serviço Social, enquanto profissão inserida no campo da reprodução social e marcada pela feminização e pelo cuidado, enfrenta o desafio de incorporar criticamente o debate sobre as masculinidades hegemônicas em sua formação e prática. As entidades representativas da categoria, como CFESS e ABEPSS, possuem papel estratégico na promoção desse debate, reafirmando o projeto ético-político profissional comprometido com a emancipação humana e a superação das opressões de gênero e classe. Conclui-se que a reflexão sobre a masculinidade violenta com base na Teoria da Reprodução Social, amplia o horizonte teórico e político da profissão, ao articular o enfrentantamento da violência contra as mulheres com o compromisso histórico do Serviço Social, com a transformação social e a valorização da vida.
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