Condiciones laborales precarias y problemas de salud de los trabajadores en el sector azucarero-energético rural.
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Resumen
El presente estudio tiene como objetivo analizar los impactos de las condiciones laborales en el sector sucroenergético sobre la salud de los trabajadores rurales, enfocándose en los factores que contribuyen al proceso de enfermedad y en la precarización de las relaciones laborales. A través de una revisión bibliográfica de enfoque cualitativo, se analizaron artículos científicos publicados entre 2014 y 2024 en bases como SciELO, LILACS, PubMed y Google Académico. Los resultados muestran que los trabajadores enfrentan jornadas extenuantes, exposición a altas temperaturas, uso constante de agroquímicos, ausencia de pausas adecuadas y presión por productividad, factores que favorecen lesiones musculoesqueléticas, sufrimiento psicológico y enfermedades ocupacionales. Además, la informalidad, la tercerización y la persistencia del trabajo infantil aumentan la vulnerabilidad social y dificultan el acceso a derechos básicos. Se observa una marcada invisibilidad social e institucional que limita el acceso a las políticas públicas de salud y asistencia. Se concluye que los impactos identificados son estructurales y requieren la formulación de políticas intersectoriales que valoren el trabajo rural, promuevan la equidad y garanticen condiciones dignas de vida y labor. De esta manera, se refuerza la necesidad de reconocer al trabajador rural como un actor esencial dentro de la cadena productiva de la caña de azúcar y como sujeto de derechos sociales y humanos.
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