El desarrollo de entornos de innovación: un análisis desde la gobernanza de parques tecnológicos e incubadoras
Contenido principal del artículo
Resumen
El objetivo de este trabajo es identificar el grado de desarrollo de la gobernanza en ambientes de innovación en el estado de Rio Grande do Sul. Como base teórica para el trabajo, se tomó el modelo de gobernanza propuesto por Provan y Kenis (2008) y los siguientes factores: utilizados: Confianza, Número de Participantes, Congruencia de Objetivos, Necesidad de Competencias y Conflictos y Tensiones. El método de estudio se caracteriza por un enfoque cualitativo con carácter exploratorio, que se llevó a cabo a través del estudio de multicasos. Parques tecnológicos e incubadoras ubicadas en las ciudades de Porto Alegre, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Santa Maria y Rio Grande fueron estudiados como ambientes de innovación. Para la recolección de datos, se utilizaron entrevistas en profundidad con los gerentes de parques e incubadoras y datos secundarios que se analizaron mediante la técnica de análisis de contenido. Como resultado, cabe señalar que en todos los entornos de innovación hubo una alta necesidad de habilidades en relación con la mano de obra calificada en gestión y gobernanza. Además, existía la necesidad de contar con un mayor número de personas disponibles para realizar las funciones administrativas de estos entornos. Se concluye que, en general, el grado de desarrollo de los entornos de innovación es embrionario, a excepción de algunos que ya se encuentran en niveles más avanzados de desarrollo.
Detalles del artículo
Sección
Cómo citar
Referencias
ARAÚJO, V. C. Dimensão local da inovação no Brasil: determinantes e efeitos de proximidade. 2014. 189 p. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) – Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, 2014.
AUDY, J.; PIQUÉ, J. Dos parques científicos e tecnológicos aos ecossistemas de inovação [Recurso eletrônico on-line]: Desenvolvimento social e econômico na sociedade do conhecimento. – Brasília, DF: ANPROTEC, 2016.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. Edições 70.Lisboa/Portugal, 2011.
BOUTELIGIER, S. Cities, Networks and Global Environmental Governance: Spaces of Innovation, Places of Leadership. New York: Routledge, p.119-141, 2012.
CARVALHO, D. R. P. Análise geográfica dos ambientes de inovação no Brasil: discussão do Programa Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas. 2017. 298 f., Tese (Doutorado em Geografia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017.
CASSIOLATO, J. E.; LASTRES, H. M. M. Aglomerações, cadeias e sistemas produtivos e de inovação. Brasília: IEL, 2001.
CERQUEIRA-ADÃO, S. A. R., GONÇALVES, G. Empreendedorismo e startups: um estudo sobre as ações e iniciativas empreendedoras desenvolvidas na Universidade Federal do Pampa-Campus Santana do Livramento. Revista Estratégia e Desenvolvimento, v.3, n.2, 2019.
CHIOCHETTA, J. C. Proposta de um Modelo de Governança para Parques Tecnológicos – Tese, Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2010.
CRISAN, E.; KLUMPP, M. A model for business network governance: case study in the pharmaceutical industry. Word Academy of Science, Engineering and Technology. International Journal of Social, Behavioral, Educational, Economic, Business and Industrial Engineering. v. 6, n. 11, p. 3138-3142, 2012.
ETZKOWITZ, H.; LEYDESDORFF, L. The Triple Helix – University, Industry, Government Relations: A Laboratory for Knowledge Based Economic Development. In: The Triple Helixof University, Industry, and Government Relations: the Future Location of Research Conference. Amsterdam, 1996.
EURADA. The European Association of Development Agencies. How to be an entrepreneurial region for the next ten years. 2002. Disponível em:
GIUGLIANI, E. Modelo de governança para parques científicos e tecnológicos no Brasil. 201. 267 f.,Tese (Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento), Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2011.
HANSSEN, G.; MYDSKE, P.; DAHLE, E. Multi-level coordination of climate change adaptation: by national hierarchical steering or by regional network governance? Local Environment, v. 18, n. 8, p. 869-887, 2013.
JONES, C.; HESTERLY, W. S.; BORGATTI, S. P. A general theory of network governance: exchange conditions and social mechanisms. Academy of Management Review, v. 22, n. 4, p. 911-945, 1997.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
LASTRES, H. M. M.; CASSIOLATO, J. E. Glossário de Arranjos Produtivos e Inovativos Locais. Arranjos Produtivos Locais: uma nova estratégia de ação para o SEBRAE. 4Rev, nov., 2004.
LIMA, M. J. G. Políticas públicas e desenvolvimento regional no Rio Grande do Sul: a governança como elemento político e social de desenvolvimento econômico. In: Papel dos parques tecnológicos no desenvolvimento regional, BEM, J. S. (org.), Caxias do Sul: EDUCS, 2013.
LONGARAY, A. A.; MUNHOZ, P. R.; SILVA, D. F.;GONÇALVEZ, F. A.; AMARAL, T. A. Uma proposição de plano de negócios para parques tecnológicos: o caso de uma universidade da rede federal de educação brasileira1.Revista eletrônica de Administração e Turismo, v.11, n.6, 1307-1325, 2017.
MANTOVANELI Jr., O.; SAMPAIO, C. A. C. Governança para o desenvolvimento territorial sustentável. RevistaBrasileira de CiênciasAmbientais, v.3, n. 18, 2010.
McEVILY, B.; ZAHEER, A. Architects of trust: The role of network facilitators in geographical clusters. In: Trust and distrust in organizativons, ed. KRAMER R.; COOK, K. New York: Russell Sage Foundation, p. 189–213, 2004.
PERROW, C. The analysis of goals in complex organizations. American Sociological Review, v. 26, p. 688–99, 1961.
PROVAN, K. G.; KENIS, P. Modes of network governance: structure, management and effectiveness. Journal of Public Administration Research and Theory, v. 18, n. 2, p. 229-252, 2008.
RODRIGUES, A. L.; MALO, M. C. Estruturas de governança e empreendedorismo coletivo: o caso dos Doutores da Alegria. Revista de Administração Contemporânea, v. 10, n. 3, p. 29-50, 2006.
SPOLIDORO, R.; AUDY, J. Parque Científico e tecnológico da PUCRS - TECNOPUC - Capítulo 2: Origens e evolução dos parques tecnológicos. EDIPUCRS.
STEINER, J. E.; CASSIM, M. B.; ROBAZZI, A. C. Parques Tecnológicos: Ambientes de Inovação, Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo/USP, São Paulo, 2008.
VAN DE VEN, A. H. On the nature, formation, and maintenance of relations among organizations. Academy of Management Review, v. 1, p. 24–36, 1976.
WEGNER, D. Governança, gestão e capital social em redes horizontais de empresas: uma análise das relações com o desempenho das empresas participantes. 2011,204f. Tese (Doutorado em Administração). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2011.
WILLIAMSON, O. E. Markets and hierarchies: Analysis and antitrust implications New York: Free Press, 1975.
YIN, R. K. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. 2º ed. Porto Alegre: Ed. Bookman, 2001.