El trabajo y su precariedad: repercusiones en el trabajo de los trabajadores sociales.
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Resumen
Este artículo analiza la categoría de trabajo y las repercusiones de la precarización, propia del capitalismo, un modo de producción centrado en la explotación del trabajo por parte del capital y su permanente proceso de reestructuración productiva. Este trabajo es producto de una revisión bibliográfica y una investigación cuantitativa-cualitativa realizada en una maestría en Trabajo Social. Los resultados de la investigación destacan la labor de los trabajadores sociales, quienes han experimentado un aumento en la cantidad y complejidad de las demandas, la presión para completar el trabajo, la presión autoimpuesta, el trabajo fuera del horario establecido, la enfermedad, la alienación, el desprecio por la autonomía profesional, la desmovilización colectiva y el mayor uso de la tecnología en el teletrabajo. La conclusión es que esto representa un agravamiento del proceso de explotación y la intensidad del trabajo.
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