GUERRA Y CAPITAL: DE LA RESISTENCIA A LOS MOVIMIENTOS INSURRECCIONALES DEL COMÚN
Contenido principal del artículo
Resumen
Este artículo presenta la relación entre guerra, crisis y capitalismo como constitutiva de una forma de producción económica, política y subjetiva que desalienta la perspectiva común de la constitución social. En este punto, se hace necesario construir una crítica de un modelo específico de producción de subjetividad y de un proyecto democrático particular: el de las democracias liberales de seguridad. Por lo tanto, este trabajo propone construir el capitalismo como guerra y crisis, lo cual produce un tipo de sujeto y un paradigma democrático, para posteriormente proponer una democracia posible basada en nuevos arreglos tecnopolíticos que ocurren en común y que simultáneamente constituyen el bien común, presentándolo como un destino político-democrático necesario. El marco teórico-analítico utilizado es el materialismo histórico desde la perspectiva de Antonio Negri, que considera el antagonismo entre una subjetividad creativa y una subjetividad constituida por el capital. Es en este sentido que se establecen nuevas categorías de análisis que nos permiten dar cuenta de nuevos sujetos sociales (la multitud/lo común) y comprender las formas de manifestación de lo común desde estas categorías en antagonismo con las categorías "imperiales".
##plugins.themes.bootstrap3.displayStats.downloads##
Detalles del artículo
Sección

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
1. Los autores conservan los derechos de autor y otorgan a la Brazilian Journal of Research in Applied Social Sciences el derecho de primera publicación, con el trabajo publicado bajo la Licencia Creative Commons Attribution 4.0 International. Esta licencia permite a los reutilizadores distribuir, remezclar, adaptar y desarrollar el material en cualquier medio o formato, siempre que se le dé la atribución al creador. La licencia permite el uso comercial.
Cómo citar
Referencias
BARBOSA, Jonnefer. Sociedades do Desaparecimento. São Paulo: N-1, 2021.
BERARDI, Franco. Asfixia: capitalismo financeiro e a insurreição da linguagem. Tradução: Humberto do Amaral. São Paulo: Ubu, 2020.
BUTLER, Judith. Corpos Em Aliança e a Política das Ruas: notas para uma teoria performativa de assembleia. Tradução: Fernanda Siqueira Miguens. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018.
BUTLER, Judith. Vida Precária: os poderes do luto e da violência. Tradução: Andreas Lieber. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.
CHAMAYOU, Grégoire. Teoria do Drone. Tradução: Célia Euvaldo. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
COMITÊ INVISÍVEL. Motim e Destituição, Agora. Tradução: Vinícius Nicastro Honesko. São Paulo: N-1, 2017.
COMITÊ INVISÍVEL. Aos Nossos Amigos: crise e insurreição. Tradução: Edições Antipáticas. São Paulo: N-1, 2018.
CORRÊA, Murilo Duarte Costa; ANDRADE E SOUZA, Karoline Coelho de. Afetar o por vir dos corpos: micropolíticas da insegurança neoliberal. Revista Polis; Santiago, n. 55, p. 1-19, 2020.
CORRÊA, Murilo Duarte Costa. Filosofia Black Bloc. Rio de Janeiro: Circuito; Hedra, 2020.
HARDT, Michael; NEGRI, Antonio. Império. Tradução: Berilo Vargas. Rio de Janeiro: Record, 2002.
HARDT, Michael; NEGRI, Antonio. Declaração – Isto Não É Um Manifesto. Tradução: Carlos Szlak. São Paulo: N-1, 2014.
HARDT, Michael; NEGRI, Antonio. Assembly: a organização multitudinária do comum. Tradução: Lucas Carpinelli; Jefferson Viel. São Paulo: Politeia, 2018.
MBEMBE, Achille. Necropolítica: biopoder, soberania, estado de exceção, política da morte. Tradução: Renata Santini. São Paulo: N-1, 2018.
MBEMBE, Achille. Políticas da Inimizade. Tradução: Sebastião Nascimento. São Paulo: N-1, 2020.
MORAES, Alana. Contato e Improvisação: o que pode querer dizer autonomia? Cadernos IHU Ideias, São Leopoldo, ano 16, v. 16, n. 268, p. 1-20, 2018.
MORAES, Alana. Neoextrativismo, Guerra de Mundos, e Hegemonia Cibernética: como nos tornamos um laboratório pandêmico? Revista PimentaLab – É Isso o futuro? São Paulo, v. 1, p. 26-41, abril, 2021.
NEGRI, Antonio; GUATTARI, Félix. As Verdades Nômades: por novos espaços de liberdade. Tradução: Mário Antunes Marino; Jefferson Viel. São Paulo: Politeia; Autonomia Literária, 2017.
ROLNIK, Suely. Esferas da Insurreição: notas para uma vida não cafetinada. São Paulo: N-1, 2018.
STENGERS, Isabelle. Reativar o Animismo. Tradução: Jamille Pinheiro Dias. Chão de Feira, Belo Horizonte, Cadernos de Leitura, n 62, p. 1-15, 2017.
STENGERS, Isabelle. Pragmáticas y Fuerzas Sociales. Tradução: Luis Antonio Ramírez Zuluaga. Boletín de Antropología, Medellín, v. 34, n. 57, p. 222-231, 2019.
TIQQUN. Contribuição Para a Guerra Em Curso. Tradução: Vinícius Nicastro Honesko. São Paulo: N-1, 2019.