EFEITO DO TAMANHO DE PARCELAS PARA AVALIAÇÃO DE RESTAURAÇÃO FLORESTAL SOB PLANTIO TOTAL

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Diogo José Oliveira Pimentel
José Nailson Barros Santos
Ana Lícia Patriota Feliciano
Luiz Carlos Marangon
Marília Isabelle Oliveira da Silva
Andréa de Vasconcelos Freitas Pinto

Resumo

Não existe um sistema de amostragem que seja aplicável para qualquer contexto. Por isso, o objetivo desta pesquisa foi compreender o efeito de diferentes tamanhos de parcelas amostrais para avaliar a restauração florestal usando composição florística, riqueza de espécies e estrutura florestal de uma área de restauração de floresta tropical com cinco anos de idade. Na amostragem A, 12 parcelas de 10 x 25m foram utilizadas, enquanto na B, seis parcelas de 10 x 50m. Em ambas as amostragens, todas as árvores e arbustos com CAP ≥ 15 cm foram medidos. Usando o método A, encontramos 30 espécies pertencentes a 15 famílias, enquanto usando o B, apenas 19 espécies pertencentes a 12 famílias foram encontradas. Os resultados mostram que a composição florística das áreas foi semelhante e não houve diferença significativa entre os métodos para as médias de CAP, H e G. No entanto, foram encontradas diferenças entre os índices de diversidade. Considerando que na avaliação de projetos de restauração florestal é essencial monitorar a riqueza, diversidade e densidade de espécies, recomenda-se a utilização de mais parcelas amostrais, ainda que menores, pois esses indicadores foram sensíveis ao número de parcelas.

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EFEITO DO TAMANHO DE PARCELAS PARA AVALIAÇÃO DE RESTAURAÇÃO FLORESTAL SOB PLANTIO TOTAL. Revista Científica Agropampa, [S. l.], v. 1, n. 1, p. 56–68, 2023. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Agropampa/article/view/108973. Acesso em: 24 abr. 2026.