https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Agropampa/issue/feed Revista Científica Agropampa 2020-12-31T10:40:09+00:00 Equipe Editorial Revista Agropampa revistaagropampa@gmail.com Open Journal Systems <p style="text-align: justify;">A Revista Agropampa é uma revista científica da Unipampa (Campus Dom Pedrito/RS) que tem por finalidade a divulgação de trabalhos científicos ligados ao agronegócio. Possui periodicidade semestral com edições publicadas em junho e dezembro.O recebimento de artigos é via fluxo contínuo.</p> <p style="text-align: justify;">ISSN:2525-877X</p> https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Agropampa/article/view/107913 APRESENTAÇÃO 2020-12-29T18:26:57+00:00 Joélio Farias Maia maia.joelio@gmail.com Osmar Manoel Nunes osmarmanoelnunes@yahoo.com Shirley Grazilei da Silva Nascimento nascimento.shy@gmail.com <p>A Revista Científica Agropampa torna pública sua mais nova Edição Volume 3 Número 3 2020, julho a dezembro de 2020. Apresentamos aqui os oito que compõem a edição, compostos por estudos, pesquisas e investigações que analisam temáticas das ciências agrárias, ciências sociais e multidisciplinares abordados no escopo desta revista.</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Abordando temáticas do agronegócio e de gestão tem-se a primeira seção desta edição. O primeiro artigo trata sobre a relação entre as temáticas do agronegócio brasileiro e o “mundo rural”, de forma a identificar os principais temas e assuntos pesquisados na atualidade. O segundo artigo trata sobre a participação de empresas brasileiras na cadeia produtiva de frango, bem como apresenta sobre oportunidade de desenvolvimento para o setor e o agronegócio negócio brasileiro. O terceiro artigo apresenta a aplicação de gestão no setor produtivo de fertilizantes, no sentido de obter um diferencial competitivo e agregação de valor ao produto ou serviço. Já o quarto artigo aborda sobre a alimentação de bovinos utilizando produtos como soro de leite, no sentido de avaliar economicamente a utilização do produto e averiguar sua viabilidade e resultado nos animais.</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Tratando sobre temas de agregação de valor ao produto e o contexto de agricultura familiar, bem como das agroindústrias familiares, temos a segunda seção. O quinto artigo trata sobre a produção e comercialização de alface, do ponto de vista dos agricultores, elencando suas peculiaridades e desafios, principalmente no âmbito da agricultura familiar. O sexto artigo apresenta a elaboração de produtos cárneos a base de peixe com adição de proteína vegetal, como um produto viável e com valor nutricional, que pode ser uma boa alternativa para agroindústrias do setor. O sétimo artigo apresenta um estudo sobre a certificação de produtos orgânicos, especificamente sobre o arroz orgânico em assentamentos de reforma agrária, abordando ainda, outros fatores que integram este importante cenário na produção de alimentos orgânicos e seus diferenciais.</p> <p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Por fim, tem-se a terceira seção, que aborda sobre os aspectos culturais entre o mundo rural e a sociedade, entrelaçados figura de um animal. O oitavo artigo desta edição apresenta relações culturais entre o cavalo e a sociedade uruguaia, em questões socioculturais, atividades de trabalho e lazer, de forma a mapear estas atividades construindo um inventário sobre o tema, tão relevante no Uruguai e muito ligado ao sul do Brasil.</p> <p>A presente edição Volume 3 Número 3 2020 foi organizada pelos editores Joélio Farias Maia, Osmar Manoel Nunes e Shirley Grazieli da Silva Nascimento, e apresenta valiosos estudos sobre importantes temáticas das ciências agrárias, ciências sociais e multidisciplinares relacionadas ao mundo rural em suas mais diversas representações e dimensões, tratando sobre a produção agropecuária brasileira, seus principais temas atuais e assuntos sobre gestão. A agricultura familiar também está representada nesta edição, onde estudos abordam sua importância, e o contexto de agregação de valor e diferenciação ao produto. Por fim, tem-se questões culturais sobre o mundo rural e cavalo, sua ligação cultural e social. Temas importantes e caros ao escopo desta revista.</p> 2020-12-12T13:37:29+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Científica Agropampa https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Agropampa/article/view/103431 O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO E O MUNDO RURAL: REVISÃO SISTEMÁTICA DE LITERATURA 2020-12-29T23:58:52+00:00 Amanda Cristina Gaban Filippi amandagaban@hotmail.com Patricia Guarnieri profpatriciaunb@gmail.com <p>O objetivo desse artigo é fazer uma revisão sistemática de literatura sobre a inter-relação dos assuntos “Agronegócio” e “Mundo Rural” entre 2012 e 2017. Os principais resultados mostram a partir dos critérios de inclusão e exclusão determinados no protocolo de revisão sistemática de literatura de Cronin, Ryan e Coughlan (2008) artigos criteriosos e robustos publicados sobre a inter-relação dos assuntos “Agronegócio” e “Mundo Rural”, como competitividade no agronegócio, agricultura familiar, políticas públicas, desenvolvimento rural, configuração rural, e, sustentabilidade. Evidenciam ainda micro-temas contidos neles que já foram trabalhados, bem como, potenciais assuntos pouco abordados, dentre crédito rural, gestão de riscos, agroecologia, comercialização agrícola, e, paradigma agrário e capital. Esse artigo contribui ao fazer o levantamento do estado da arte dos trabalhos que já foram pesquisados sobre o assunto no escopo do proposto e delimitação dessa revisão sistemática de literatura e sugere alguns trabalhos futuros.</p> 2020-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Científica Agropampa https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Agropampa/article/view/103395 PARTICIPAÇÃO DO CAPITAL BRASILEIRO NA CADEIA PRODUTIVA DO FRANGO DE CORTE 2020-12-29T23:59:48+00:00 Gabriel da Silva Medina gabriel.silva.medina@gmail.com Marcos Barcellos Café mcafe@ufg.br Jofran Luiz de Oliveira jofran@ufr.edu.br <p>O conhecimento das cadeias produtivas do agronegócio feito no Brasil permite ações assertivas para o fomento de setores de interesse estratégico para o país. Um dos aspectos fundamentais a ser considerado é onde há oportunidades para ampliar a participação de grupos nacionais em relação aos multinacionais. Objetiva-se neste trabalho identificar a participação das empresas brasileiras nos principais segmentos da cadeia de suprimentos do frango de corte produzido no Brasil. O levantamento foi feito a partir de consulta ao material institucional das empresas e das associações setoriais que atuam nas principais etapas produtivas. O estudo revela que 45,8 % da cadeia produtiva do frango são controlados por grupos brasileiros, enquanto que 54,2 % pertencem a multinacionais. A participação doméstica se destaca nos segmentos de frigoríficos (com 82,8 % de participação doméstica), de nutrição (com 60,7 %) e de produção (com 100 %). Por outro lado, a participação de grupos brasileiros é inferior nos segmentos de genética (com 1 % de participação brasileira), de saúde animal (com 15,3 %) e de equipamentos (com 15,0 %). Entre as estratégias para o crescimento do agronegócio do país, deve ser considerado o aumento da participação de grupos domésticos ao longo dos segmentos agroindustriais que melhor remuneram capital e trabalho.</p> 2020-12-12T12:50:52+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Científica Agropampa https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Agropampa/article/view/103322 ARRANJO PRODUTIVO DE FERTILIZANTES NO LITORAL DO PARANÁ: UMA APLICAÇÃO DA TAXONOMIA DE MILES E SNOW 2020-12-29T20:01:07+00:00 Adilson Anacleto adilson.anacleto@unespar.edu.br Mauricio Lopes da Silva mauricio.lopes@unespar.edu.br Michelly Correia Bezerra michelly.correia@unespar.edu.br Robson dos Santos Alves Junior robson.junior@unespar.edu.br <p>O litoral do Paraná se constitui o principal centro comercial de fertilizantes no Brasil, porém poucos estudos foram encontrados sobre este arranjo produtivo. Assim, o objetivo do presente estudo foi identificar o comportamento estratégico dos gestores de empresas de fertilizantes do litoral do Paraná pautado na taxonomia de Miles e Snow, e avaliar se esse comportamento era capaz de gerar vantagem competitiva. Foi realizado entre agosto de 2015 a março de 2016, e posteriormente entre março a abril de 2018, estudo exploratório descritivo junto a oito gestores das principais empresas do ramo de fertilizantes no litoral do Paraná. A pesquisa de campo revelou que existiam 20 empresas que desenvolviam atividades comerciais relacionadas aos fertilizantes, como embarque e desembarque, comercial, industrial, armazenagem, transporte, embalagem e revenda. O estudo revelou também que havia forte domínio do gênero masculino nos cargos de gestão (n=75%) com idade média de 40 anos, e pela taxonomia de Miles e Snow eram em sua maioria gestores que se auto classificaram como prospectores. As estratégias competitivas adotadas pelos gestores no arranjo produtivo de fertilizantes e que promoviam competitividade ao setor eram a capacidade de cumprimento de prazo de entrega em perfeitas condições e competência para oferecer serviços adicionais ao cliente, fatores diferenciais que determinavam que as organizações mantivessem relacionamentos de longevidade com seus clientes. As alianças estratégicas interempresariais por meio de cooperação e parcerias resultavam na maior vantagem competitiva ao APL de fertilizantes no litoral do Paraná e recebeu à maior valoração pelos entrevistados 9,90 de 10,0 possíveis.</p> 2020-12-12T12:52:06+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Científica Agropampa https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Agropampa/article/view/103386 AVALIAÇÃO ECONÔMICA DE NOVILHOS PRECOCES TERMINADOS EM CONFINAMENTO ALIMENTADOS COM SORO DE LEITE 2020-12-30T15:02:51+00:00 André Weber andreweberzoot@gmail.com Carlos Eduardo Nogueira Martins carlos.martins@ifc.edu.br Ricardo Kazama r.kazama@ufsc.br Vitória Alves Pereira vi.alves.ifc@gmail.com Miguelangelo Ziegler Arboitte miguelangelo.arboitte@ifc.edu.br <p>O trabalho teve objetivo de avaliar o desempenho produtivo e economicidade de bovinos de corte confinados com dieta controle e dieta soro de leite, em delineamento experimental inteiramente casualizado, (2 dietas e 3 repetições). Foram utilizados 24 novilhos, de raças taurinas e suas cruzas, com peso vivo inicial de 319,3±11,4 kg e idade de 11 meses, alimentados por 124 dias. As dietas apresentaram relação volumoso:concentrado de 40:60, contendo 13% de PB e 68% de NDT, compostas por silagem de milho e concentrado, diferenciando a dieta soro incluindo 14,78% da MS da dieta de soro de leite. Nos resultados apresentaram semelhanças (p&gt;0,05) de 1,42 kg/dia no ganho de peso médio diário, nos pesos de abate (497±19,94 e 504±21,36 kg), no peso e rendimento das carcaças quente (279,15±12,54 e 287,77±13,16 Kg), (56,02±0,50 e 56,89 ±0,50%), respectivamente. A economicidade da dieta soro de leite apresentou lucratividade superior ao da dieta controle, com valores de R$7.213,81 e R$3.612,61. O soro de leite inserido na dieta dos animais ao nível de inclusão nesse trabalho, não afetou o desempenho produtivo e apresentou valores econômicos melhores. Podendo o soro de leite ser utilizado na dieta de bovinos de corte precoce confinados como alternativa para reduzir os custos com a alimentação.</p> 2020-12-12T12:53:49+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Científica Agropampa https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Agropampa/article/view/103401 PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DA ALFACE 2020-12-31T10:40:09+00:00 Gilberto Kazuhiko Yokoro casorico1@gmail.com Jaiane Aparecida Pereira profjaiane@yahoo.com.br <p class="ResumoAbstract" style="margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;">O presente trabalho teve por objetivo compreender como ocorre a produção e a comercialização da alface no município de Naviraí-MS, a partir da perspectiva dos produtores. Para atingir o objetivo proposto, fez-se uma revisão da literatura sobre cadeia produtiva e sobre a cadeia produtiva de hortaliças e da alface. Foi realizada uma pesquisa qualitativa descritiva por meio de entrevistas semiestruturadas com nove produtores locais. Como resultados, observou-se que: os produtores são, em sua maioria, pequenos e estão ligados à agricultura familiar, com a participação de até três familiares na propriedade; sobrevivem da produção de hortaliças folhosas e não somente da produção da alface; e produzem no entorno do município, com propriedades em um raio de até 12 km. Além disso, observou-se que as dificuldades de produção estão relacionadas a fatores climáticos, enquanto que na comercialização pode ser percebida a dificuldade de garantir uma produção regular. Notou-se também que, os produtores fazem a comercialização direta para tentar aumentar sua margem, o que, de outra forma, seria repassada ao intermediário. Por fim, conclui-se que a viabilidade da atividade está relacionada a baixa expectativa de ganho e de crescimento por parte dos produtores, o que demanda de incentivos de políticas públicas voltadas ao aprimoramento da estrutura organizacional de gestão e comercialização da produção de hortaliças em Naviraí.</p> 2020-12-12T12:54:55+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Científica Agropampa https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Agropampa/article/view/103343 LINGUIÇA DE TILÁPIA-DO-NILO ELABORADO COM PROTEÍNA TEXTURIZADA DE SOJA 2020-12-29T20:07:47+00:00 Ana Natalina Vaz Rezende jhenyfer.caroliny@outlook.com Jhenyfer Caroliny de Almeida jhenyfer.caroliny@outlook.com Sandra Regina Marcolino Gherardi sandragherardi@gmail.com <p>O objetivo deste trabalho foi elaborar linguiças a partir do filé de tilápia-do-nilo com duas formulações, sendo uma adicionada de proteína texturizada de soja (A) e outra sem adição (B). Para as linguiças foram realizadas análises físico-químicas seguindo metodologia da Instituição Aldofo Lutz, com &nbsp;três repetições. Os valores encontrados para umidade foram de 67,21% para linguiça A e 65,34% para linguiça B, valores considerados dentro do padrão para pescado. O pH foi de 6,04 e 6,43, para as formulações respectivamente; lipídios 3,9 % (A) e 3,2 % (B); já a proteína (na matéria seca) foi de 44% para linguiça A e 43% para linguiça B; os teores de cinzas foram de 3,9%e 3,2% respectivamente. Esses valores foram comparados aos recomendados para linguiça toscana, já que não há legislação especifica para linguiça de peixe. As análises microbiológicas foram realizadas para identificação de <em>Staphylococus coagulasse positiva, coliformes fecais </em>e <em>Salmonella. </em>O resultado acusou a presença de <em>Salmonella </em>nos produtos e as duas formulações foram descartadas. Conclui-se que o processamento de linguiças de peixe é uma alternativa viável para agregar valores e incentivar o seu consumo, tendo-se o cuidado com as boas práticas de fabricação para evitar a contaminação microbiológica.</p> 2020-12-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Científica Agropampa https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Agropampa/article/view/104536 CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS ORGÂNICOS 2020-12-29T20:09:03+00:00 Germano Ehlert Pollnow germano.ep@outlook.com Nádia Velleda Caldas velleda.nadia@gmail.com Daiane Roschildt Sperling daianesperling@hotmail.com <p class="ResumoAbstract" style="margin-bottom: .0001pt; line-height: normal;">O modelo de exploração agropecuária, alicerçado nas bases da Revolução Verde, vem demonstrando uma série de problemas. Contudo, existem diferentes sistemas produtivos, entre as quais está a produção orgânica, cuja importância é crescente. Neste contexto, o objetivo deste artigo é analisar o desenvolvimento da produção de arroz orgânico em assentamentos da Reforma Agrária no Rio Grande do Sul, com ênfase na certificação e suas interfaces com a comercialização. Para darmos conta desse propósito, além de uma breve revisão bibliográfica e documental, utilizamos uma metodologia de cunho qualitativo a partir da análise dos dados obtidos em entrevistas realizadas com representantes das organizações de famílias de assentados ligadas ao arroz Terra Livre®. O estado do Rio Grande do Sul destaca-se no cultivo de arroz orgânico produzido, especialmente, em assentamentos de reforma agrária. Na safra de 2016/2017, 616 famílias, distribuídas em 22 assentamentos e situadas em 16 municípios, foram responsáveis por gerar 550 mil sacas deste produto. Toda produção é comercializada com a marca Terra Livre®, a qual é certificada mediante a modalidade por auditoria, com algumas particularidades que tornam a dinâmica de certificação mais horizontal e participativa. O principal desafio apontado pelos assentados é a comercialização, sobretudo devido ao declínio nos últimos anos de incentivos às políticas públicas para a agricultura familiar. Apesar disso, os resultados dessa iniciativa vêm demonstrando a dimensão de um projeto construído com base na agroecologia como força motriz de um processo de desenvolvimento diferenciado que amplia as perspectivas das famílias envolvidas.</p> 2020-12-12T12:59:22+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Científica Agropampa https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Agropampa/article/view/103267 LAS ACTIVIDADES ECUESTRES EN CERRO LARGO, URUGUAY 2020-12-30T15:03:41+00:00 Eduardo Lena rubiolena@hotmail.com Cláudio Marques Ribeiro claudioribeiro@unipampa.edu.br Hermes Morales Grosskopf rubiolena@hotmail.com Gabriel Rovere roveregabriel@gmail.com <p>Es el primer artículo, de un total de dos,&nbsp; que identifica, describe y clasifica las actividades que tienen al equino como principal protagonista en el departamento de Cerro Largo y región noreste del Uruguay. El segundo artículo (en elaboración) tiene el objetivo de vincular el conjunto de actividades con el bienestar y el desarrollo sustentable de la región.</p> 2020-12-12T13:01:46+00:00 Copyright (c) 2020 Revista Científica Agropampa