Distribución del ingreso en Brasil: un análisis para el período de mayor reducción de la desigualdad
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Resumen
En Brasil, existe gran disparidad de ingresos entre las clases sociales. En 2013, el 10% más rico de la población económicamente activa tenía una participación del 41,7% en el ingreso total, mientras que el 50% de la población tenía una participación del 17,4% del ingreso (IBGE, 2014). Hay indicios de disminución de esta desigualdad debido a los programas sociales. Este estudio analiza la distribución de la renta en Brasil entre 2004 y 2015, observando cambios según la fuente de renta, exponiendo el coeficiente de Gini, la dominancia y la descomposición. Rentas del trabajo, de rentas de transferencias (intereses de cuentas de ahorro y otras aplicaciones financieras, dividendos, programas sociales y otras rentas de transferencias gubernamentales), de la seguridad social indexada al salario mínimo y otras rentas de la seguridad social, además de otras rentas. El método utiliza análisis de datos secundarios e indicadores específicos de concentración del ingreso (Índice de Gini y Curva de Lorenz), la descomposición del índice de Gini por fuente de ingreso. Es posible afirmar que el 2015 es el mejor en distribución del ingreso (Gini de 0,513). La descomposición de Gini mostró que el ingreso del trabajo es el que tiene mayor participación en el ingreso per cápita, (el ingreso más alto es el que más reparte0, y su concentración disminuye en un 5,7% con respecto a 2004. Los ingresos por intereses y la Bolsa Família fueron importantes en la distribución, aumentando su participación en el ingreso per cápita total en 38% de 2004 a 2014.
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Referencias
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