OLHANDO, REFLETINDO E SENDO VISTOS PELOS MENINOS DE CIDADE DE DEUS
Palavras-chave:
poder, discurso, processos, subjetivaçãoResumo
O presente trabalho foi produzido durante o processo de formação científico-acadêmica que vivenciamos no Curso de Especialização em Educação e Diversidade Cultural da Universidade Federal do Pampa (Campus Bagé), durante o Módulo II, quando cursamos o componente curricular Governamentalidade, Multiculturalismo e Processos de Subjetivação, onde fomos desafiados a apresentar um seminário sobre o texto Quando os meninos da Cidade de Deus nos olham de Rosa Maria Bueno Fischer (2008). Nesse texto, a autora discuti a obra fílmica Cidade de Deus (2002), de Fernando Meireles, a partir das teorias foucaultianas, problematizando a questão do poder sobre a vida e a morte em nosso tempo e as relações entre imagem cinematográficas e representações da realidade. Das discussões de Fischer utilizamos como cotejamento a obra literária homônima de Paulo Lins (1997), tratamos a obra fílmica como adaptação sob o olhar Huetchen (2013) procurando ampliar as possibilidades de análise das questões de poder, discurso e processos de subjetivação. A relevância deste trabalho dá-se a partir da percepção de que a leitura que se faz de uma pretensa realidade pode ser ampliada possibilitando diversas formas de compreensão, o que denota a complexidade dos fenômenos sociais, culturais e identitários em uma sociedade que se olha e não se vê, ou que se vê e não se entende, pois as diversas realidades são construídas partindo desses olhares fragmentados, descontínuos e permanentes.Downloads
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Publicado
2020-02-14
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
OLHANDO, REFLETINDO E SENDO VISTOS PELOS MENINOS DE CIDADE DE DEUS. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 9, n. 1, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/85642. Acesso em: 17 out. 2026.