INCLUSÃO ESCOLAR: A PRÁTICA DIFERE DA TEORIA

Autores

  • Arthur de Almeida

Palavras-chave:

Ensino, Educação, Básica, Inclusão

Resumo

I) introdução: O presente estudo busca analisar se, nos dias de hoje, existe inclusão escolar e se ela ocorre de maneira eficiente como previsto em lei. Visto que, cada vez mais, está aumentando o número de crianças com deficiência nas escolas. Segundo o Capítulo IV, Art. 27, Parágrafo Único, da Lei Brasileira de Inclusão é dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da sociedade assegurar educação de qualidade à pessoa com deficiência, colocando-a a salvo de toda forma de violência, negligência e discriminação. II) hipótese(s): Parto da hipótese de que as escolas estão preparadas para realizar o atendimento necessário para com os alunos com necessidades especiais. Uma vez que, no Art. 1º e inciso I, do Decreto n. 7.611, de 17 de novembro de 2011, diz que é dever do Estado garantir um sistema educacional inclusivo em todos os níveis, sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades. III) objetivo(s): Analisar na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência de 2015 os artigos que dispõem sobre o direito à educação; Verificar se na prática acontece a inclusão como está prevista em lei. IV) material e métodos: Os métodos utilizados foram: pesquisas bibliográficas em materiais referentes ao tema; pesquisas qualitativas em sites e escolas com o intuito de recolher dados e transformá-los em informação. V) resultados e discussão: Com base nas escolas municipais analisadas, observo que, grande parte delas, ainda não está preparada para atender este público, visto que faltam salas de recurso, de Atendimento Educacional Especializado (AEE) e, principalmente, faltam professores capacitados. Contudo, há algumas escolas que têm os recursos necessários e que podem desenvolver um trabalho de qualidade com os alunos. É notório que, em relação aos alunos de inclusão, há casos e casos: alguns alunos conseguem se adaptar muito bem na escola e em seus projetos de inclusão, por outro lado, há aqueles que têm extrema dificuldade, mesmo com todos os recursos disponíveis. VI) conclusão: Portanto, devido à falta de recursos e pessoas capacitadas, ainda não é possível atender da maneira desejada todos os alunos com necessidades especiais. Sendo que, inúmeras escolas da educação básica não estão preparadas para este tipo de demanda, a qual necessita um comprometimento de todas as esferas. Concluo, então, que temos um longo caminho a percorrer para que se efetue o que diz na teoria.

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Publicado

2020-02-14

Como Citar

INCLUSÃO ESCOLAR: A PRÁTICA DIFERE DA TEORIA. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 11, n. 1, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/88024. Acesso em: 3 maio. 2026.