SONORIZAÇÃO NA ESCOLA: ESTUDANDO MÚSICA DE FORMA NÃO CONVENCIONAL
Palavras-chave:
Escuta, ativa, criação, sonora, referênciaResumo
Introdução: A sonorização permite às crianças internalizar histórias, ambientes sonoros, momentos e conceitos, ajudando-as a aguçar a imaginação e criatividade, a desenvolver a escuta ativa, a autoridade na improvisação e criação sonora, e a percepção auditiva, permitindo o reconhecimento de qualidades do som (altura, timbre, duração, intensidade) que fazem parte do seu dia a dia. Dessa forma, este projeto visou sonorizar histórias, filmes e peças teatrais com o intuito de trabalhar música de forma não convencional e sem a necessidade de recursos que a escola não contém. Metodologia: O subprojeto multidisciplinar foi implantado através do PIBID de Artes/Língua Portuguesa na Escola Municipal de Ensino Fundamental Creusa Brito Giorgis em uma turma de 8 ano. Trabalhou-se primeiramente a escuta ativa, fazendo-os reconhecer sons de ambientes sonoros que fazem de parte de sua realidade (como o trânsito da cidade) e permitindo-os reproduzir os sons propostos da forma que eram característicos para si. Gradualmente os alunos somente com os recursos do corpo e materiais da sala de aula como classes, cadeiras e canetas sonorizaram uma história criada pela turma, um pequeno filme mudo e uma peça teatral também criada e interpretada pelos próprios alunos. Resultados e discussões: Os alunos chegaram ao fim do projeto com a consciência de que não é necessário ter habilidades vocais ou instrumentos convencionais para trabalhar com música. Desenvolveram o senso crítico e refletiram como a referência sonora de cada um é diferente de acordo com a sua vivência, e como é grande a possibilidade de reproduzir sons que parecem iguais senão ouvidos com atenção.Downloads
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Publicado
2020-02-14
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
SONORIZAÇÃO NA ESCOLA: ESTUDANDO MÚSICA DE FORMA NÃO CONVENCIONAL. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 11, n. 1, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/87935. Acesso em: 3 maio. 2026.