APLICAÇÃO DE TRILHA PARA ESTUDO DE POTÊNCIA E RAIZ NO 7º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Autores

  • Amanda Santos
  • Amanda Caroline Silva dos Santos
  • Dienefer Margarida Vanzella Amaral
  • Radael de Souza Parolin
  • Alex Sandro Gomes Leão

Palavras-chave:

Trilha, Potência, Raiz

Resumo

O presente trabalho foi desenvolvido no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) na Universidade Federal do Pampa - Campus Itaqui. Teve-se como objetivo aplicar uma atividade diferenciada como método avaliativo em duas turmas de 7º ano do Ensino Fundamental, tendo em vista os tópicos de potência e raiz, tanto quadrada quanto cúbica. A atividade aplicada chama-se trilha das operações, e consiste em uma trilha que tem dois pivôs, com os alunos formando duas equipes para realizar as operações. A trilha é composta por seis casas e duas colunas, com seis questões envolvendo o conteúdo proposto, disponibilizados dentro de doze envelopes, sendo seis de cor vermelha e seis de cor azul, apenas para diferenciar o grupo. Os alunos só têm acesso aos envelopes no momento do jogo e cada envelope é entregue após resolver o problema anterior. A aplicação foi realizada como forma de avaliação recuperativa, tendo por base questões de provas disponibilizadas pela professora regente das turmas. Os alunos de cada turma foram divididos em dois grupos (A e B), contendo em torno de oito alunos cada. Escolheu-se os dois primeiros pivôs, fazendo a troca dos lugares a cada jogada. Após tirar par ou ímpar, o grupo vencedor começou escolhendo um dos envelopes, para que ambos os grupos respondessem à mesma questão. Com o tempo estipulado, o grupo resolvia o problema envolvendo operações, entregando à professora para a correção do mesmo. Se a resposta estava correta, o aluno avançava na trilha, caso negativo, permanecia na mesma casa. Foi proposto aos grupos que a resolução dos problemas abordados fosse realizada de forma conjunta, buscando uma interação entre os membros. O critério para vencer o jogo foi acertar as seis perguntas (ou o maior número de acertos), e em caso de empate, a utilização de uma questão bônus. Após realizarmos as atividades, notamos que os alunos das duas turmas trabalham melhor quando envolve uma competição, pois ao separarmos em grupos, os alunos tiveram que interagir para a resolução dos problemas, considerando este critério avaliativo. Outro ponto a se considerar é o nivelamento de turmas, pois as duas turmas conseguiram manter muito próxima a quantidade de acertos nas atividades. Como os alunos tiveram um tempo definido para realizar as questões, e certa pressão da competição, erros puderam ser observados a partir da falta de atenção. Ainda, a professora regente considerou que a atividade pode ser utilizada mais vezes como forma de avaliação, pois acredita que as exigências de trabalho coletivo e o clima de brincadeira podem apresentar pontos chave acerca da dificuldade dos alunos, além do auxílio por parte daqueles que têm conhecimentos suficientes para a realização das atividades.

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Publicado

2020-02-14

Como Citar

APLICAÇÃO DE TRILHA PARA ESTUDO DE POTÊNCIA E RAIZ NO 7º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 11, n. 1, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/87756. Acesso em: 14 maio. 2026.