O PÓS-DRAMÁTICO E O CINEMA DE FLUXO RELAÇÕES POSSÍVEIS
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Resumo
O presente artigo busca traçar paralelos entre as teorias do teatro pós-dramático desenvolvidas por Hans Thies Lehman (2007) e Jean Pierre Sarrazac (2017) com as ideias já desenvolvidas a respeito do cinema de fluxo, para aprimorar as reflexões a respeito desse tipo de cinema, que ainda se encontram em estado inicial. Os objetivos dessa pesquisa são: compreender quais são as principais características do teatro pós-dramático, observando primeiramente as teorias de Hans-Thies Lehmann e depois as reflexões realizadas por Jean-Pierre Sarrazac, para traçar um panorama geral daquilo que já se pensou a respeito desse tipo de teatro e compreender quais são suas características fundamentais. Em um segundo momento, se faz necessário traçar um panorama das principais reflexões a respeito do cinema de fluxo, como as desenvolvidas por Emiliano Cunha (2014), uma vez que os elementos que o compõe possibilitam traçar paralelos com o teatro pós-dramático. Por fim, o trabalho demonstra como esses paralelos auxiliam em um maior aprofundamento dos pensamentos a respeito de ambos os campos, observando suas semelhanças e diferenças.
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Referências
GERRY. Direção: Gus Van Sant. Estados Unidos, 2002.
LEHMAN, Hans-Thies. Teatro pós-dramático. São Paulo: Cosac Naify, 2007.
MILLENIUM Mambo. Direção: Hou Hsiao-Hsien. Taiwan, 2001.
SARRAZAC, Jean-Pierre. Cartas à Bernard Dort.
SHARA. Direção: Naomi Kawase. Japão, 2003.
TIO Bomme que recorda suas vidas passadas. Direção: Apichatpong Weerasethakul. Tailândia, 2010.
WALKER. Direção: Tsai Ming-Liang. Hong Kong, 2012.