A importância da oralidade na difusão do cristianismo primitivo: uma análise segundo o livro Ato dos Apóstolos e as Epístolas paulinas

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Débora Débora Faccin

Resumen

Mesmo com a introdução da escrita no século VII a.C na Grécia, a tradição oral continuou sendo um dos principais instrumentos de manutenção da cultura politeísta. Assim como a oralidade foi essencial para que os poemas épicos tomassem parte da formação do imaginário religioso grego, ela também foi pilar da construção e da disseminação da tradição cristã na comunidade romana do século I que, em sua maioria, era iletrada. A pregação de Jesus e a continuidade do seu movimento após a sua morte se deram, predominantemente, de forma oral, inclusive depois da escrita dos Evangelhos, devido às características tanto de cunho íntimo quanto público que a oralidade permite. Desta forma, a pretensão desse trabalho é evidenciar a importância da transmissão oral da ideologia cristã nas comunidades romanas do primeiro século, bem como sua influência e utilização como instrumento do processo de cristianização das mesmas, através de uma análise contextualizada e crítica das passagens do livro do Ato dos Apóstolos e das Epístolas Paulinas no Novo Testamento.

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Artigos

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A importância da oralidade na difusão do cristianismo primitivo: : uma análise segundo o livro Ato dos Apóstolos e as Epístolas paulinas. Alétheia - Estudos sobre Antiguidade e Medievo , [S. l.], v. 1, n. 1, 2019. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Aletheia/article/view/114. Acesso em: 24 apr. 2026.