O (ENTRE)LUGAR DA MULHER NAS PASTORELAS MEDIEVAIS GALEGOPORTUGUESAS: ENTRE A TOZA E A AMIGA
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Resumo
Este artigo tenciona investigar os (possíveis) motivos pelos quais, nas pastorelas galego-portuguesas que seguem em termos estruturais o que definimos como modelo occitânico de pastorela alegórica, não se percebem elementos que indiciem um uso da alegoria similar ao perceptível no referido modelo. O corpus peninsular analisado é constituído pelas cantigas Quand’ eu hun dia fuy en Compostela, de Pedro Amigo de Sevilha; Pelo souto de Crecente, de João Airas de Santiago; e Vi oj’ eu cantar d’ amor, de D. Dinis.
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O (ENTRE)LUGAR DA MULHER NAS PASTORELAS MEDIEVAIS GALEGOPORTUGUESAS: : ENTRE A TOZA E A AMIGA. Alétheia - Estudos sobre Antiguidade e Medievo , [S. l.], v. 2, n. 2, 2019. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Aletheia/article/view/51. Acesso em: 17 abr. 2026.