ERLIQUIOSE CANINA NA FRONTEIRA OESTE RELATO DE CASO

Autores

  • Vinícius Piccoli
  • Maiara Ben Pilotto
  • Marilia Teresa De Oliveira
  • João Paulo da Exaltação Pascon
  • Fabiana Wurster Strey

Palavras-chave:

Erliquiose, infecciosa, zoonótica, vetor, enfermidade

Resumo

A Erliquiose canina é uma doença infecciosa e zoonótica, causada pela Ehrlichia canis, caraterizada por ser uma rickettsia intracelular obrigatória. Sua transmissão ocorre pela participação do vetor carrapato (Rhipicephalus sanguineus) ou por contaminação do sangue via transfusão sanguínea. Esse parasito é endêmico de regiões urbanas com clima quente e úmido, afetando a maior parte do território nacional. Esta enfermidade tem um período de incubação de oito a 20 dias, que se apresenta por diversos sinais clínicos variando de aguda, subclínica a crônica. O caso foi vivenciado no Hospital Universitário Veterinário da Universidade Federal do Pampa (HUVet) - Campus Uruguaiana, tratando-se de um canino, fêmea, 10 anos de idade, raça Poodle, oriundo do Rio de Janeiro, com suspeita de hemoparasitose. Com cerca de dez dias de tratamento seu quadro clínico estava normalizado e o exame hematológico dentro dos valores de referência para a espécie. Por se tratar de uma zoonose e seu vetor ser de difícil controle, a Erliquiose canina tem grande importância para saúde pública. Diante disso, a prevenção é a melhor alternativa para combater o vetor da doença, o carrapato Rhipicephalus sanguineus, utilizando produtos tópicos nos animais ou acaricidas ambientais.

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Publicado

2020-03-03

Como Citar

ERLIQUIOSE CANINA NA FRONTEIRA OESTE – RELATO DE CASO. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 9, n. 2, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/98631. Acesso em: 26 abr. 2026.