IDENTIFICAÇÃO FACIAL E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: PRECONCEITO RACIAL ALGORITMICO
Palavras-chave:
Inteligência, Artificial, Raça, Direitos, HumanosResumo
1. INTRODUÇÃO Conforme estudo evidenciado no Projeto PretaLab e iniciativas como a Liga da Justiça do Algoritmo (Algorithmic Justice League) buscam denunciar e acabar com o racismo implícito em programas de inteligência artificial. Foi identificado que programas de reconhecimento facial nem sempre conseguem detectar rostos negros, problema causado pela falta de diversidade das equipes que criam esses programas e das imagens que as máquinas recebem para aprender a enxergar esses rostos. A visão do computador usa inteligência artificial para fazer o reconhecimento facial. Apesar de todas as barreiras que precisam enfrentar, estudos mostram que o trabalho das mulheres nesta área pode ser tão bem ou melhor avaliados do que de seus colegas do sexo masculino. 2. METODOLOGIA O trabalho se baseou em revisão de bibliografia acerca do tema proposto, com ênfase em métodos de pesquisa do tipo exploratória e descritiva para melhor entendimento do funcionamento e lógica do algoritmo descrito, é possível ensinar o computador a reconhecer rostos. Contudo, se os grupos de formação não forem diversificados, qualquer rosto que se desvie demasiado da norma estabelecida será difícil de detectar. O preconceito algorítmico também pode levar a práticas discriminatórias. 3. RESULTADOS e DISCUSSÃO Os departamentos da polícia podem procurar nessas redes não regulamentadas, usando algoritmos que não foram auditados quanto ao seu rigor. No entanto, o reconhecimento facial não é à prova de falhas, e rotular rostos consistentemente continua a ser um problema, isso pode ser visto no Facebook. A má identificação de um possível criminoso não é motivo para rir, e o mesmo acontece com a violação das liberdades civis. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS É necessário começar a pensar em criar códigos mais inclusivos e usar práticas de codificação inclusiva. Isto começa com as pessoas. Por isso, é importante quem codifica. Agora se tem a oportunidade de desbloquear uma igualdade ainda maior se dermos prioridade à mudança social e não uma reflexão tardia. Portanto, estes são os três princípios que formam o movimento "de codificação". É importante quem codifica, é importante como se codifica, e é importante a razão por que se codifica e não apenas para alguns, um mundo em que a inclusão e a mudança social sejam valorizados. REFERÊNCIAS PRETALAB. Disponível em: . Acesso em: Setembro/2018.Downloads
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Publicado
2020-02-14
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
IDENTIFICAÇÃO FACIAL E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: PRECONCEITO RACIAL ALGORITMICO. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 10, n. 1, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/86816. Acesso em: 2 jun. 2026.