Incidência e prevalência de Doenças Sexualmente Transmissíveis em mulheres: um relato de vivência em Uruguaiana-RS
Palavras-chave:
Doenças, Sexualmente, Transmissíveis, Métodos, Contraceptivos, IncidênciaResumo
As doenças sexualmente transmissíveis (DST) representam grave problema de saúde pública por suas repercussões médicas, sociais e econômicas ocorrendo com maior frequência nos países em desenvolvimento, onde constituem a segunda maior causa de perda de vida saudável entre mulheres de 15 a 45 anos. Fatores biológicos, culturais e socioeconômicos contribuem para a alta incidência e prevalência de DST e de infecção pelo HIV em mulheres. Na sociedade atual se evidencia pouco ou nenhum controle quanto às decisões e condições acerca da relação sexual, uso do condom pelo parceiro e, menos ainda, das condutas sexuais dele. Desta forma, este estudo tem por objetivo analisar a adoção de comportamentos preventivos quanto as DSTs assim como educar quanto ao uso de métodos contraceptivos em mulheres. O presente estudo foi realizado no Centro Espírita Fé, Esperança e Caridade localizadas no município de Uruguaiana-RS, com a participação de sete usuarias do sexo feminino de baixo nível socioeconômico. O Programa Práticas Integradas em Saúde Coletiva PISC através da identificação dos tabus e duvidas sobre o assunto na referida comunidade, realizou ações do tema DSTs e métodos contraceptivos utilizando uma ficha de acompanhamento de cada usuária, contendo informações tais como: idade, vida sexual, se faz uso de métodos contraceptivos, realização de exames preventivos e a frequência com que este é realizado, se a usuária já contraiu algum tipo de DST, número de filhos, tipo de parto, número de abortos, se já realizou alguma cirurgia e por fim se existe casos na família de câncer de colo do útero ou mama. Através destas fichas foram obtidos os resultados parciais sobre saúde da mulher, destacando que as mulheres com vida sexual ativa não fazem uso de métodos contraceptivos, sendo assim os riscos destas contraírem DSTs ou o vírus do HIV é muito maior assim como deram inicio a sua vida sexual precoce e sem nenhuma orientação, pois grande parte dos relatos consta que estas já tiveram ou têm algum tipo de DST, número de filhos elevado assim como o número de abortos, casos de familiares com algum dos tipos de câncer dos quais foram citados, pouca procura de exames ginecológicos, baixa renda e nenhum recurso ou atenção sobre o respectivo assunto. Pode-se concluir a importância da orientação a estas mulheres para a prevenção de futuras complicações á saúde.Downloads
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Publicado
2020-02-14
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
Incidência e prevalência de Doenças Sexualmente Transmissíveis em mulheres: um relato de vivência em Uruguaiana-RS. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 5, n. 3, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/65422. Acesso em: 3 jun. 2026.