USO DO INSTAGRAM PARA A DIVULGAÇÃO DE EPISÓDIO DE PODCAST SOBRE O SISTEMA NERVOSO ENTÉRICO
Palavras-chave:
Fisiologia, Podcast, InstagramResumo
As atividades extensionistas promovem a troca de saberes entre a comunidade acadêmica e a sociedade, sendo de extrema importância para a disseminação de informações embasadas em evidências científicas. Diante disso, o programa de áudio PhysioCast, Projeto de Extensão da Universidade Federal do Pampa, utiliza as redes sociais e plataformas digitais, como Instagram e Spotify, para realizar a divulgação de conteúdo científico para a comunidade. Atualmente na terceira temporada, o programa explora a vastidão da fisiologia humana, mergulhando nos inúmeros mistérios do corpo humano. Os episódios desta temporada se dedicaram a desvendar alguns aspectos do funcionamento dos sistemas nervoso e endócrino e da resposta imune. Com uma linguagem acessível e explicativa, buscou-se desmistificar conceitos complexos e discutir hipóteses e descobertas científicas recentes. Desta forma, o PhysioCast visa fomentar a curiosidade científica e promover uma consciência ampliada sobre a fisiologia em nosso dia a dia por meio de episódios lançados no serviço de streaming Spotify e divulgados nas redes sociais, Instagram e Facebook. As estratégias de divulgação e propagação desse material tem o objetivo de alcançar mais ouvintes e levar o conhecimento científico para toda a comunidade. Assim, este trabalho busca relatar os desfechos da utilização de duas plataformas digitais Spotify e Instagram para a divulgação do episódio número dois, da terceira temporada, denominado Sistema Nervoso Entérico. Para isso, foram elaboradas artes gráficas coloridas criadas na plataforma de design gráfico Canva. Estes materiais compuseram os stories interativos publicados na rede social Instagram que permitiram analisar o conhecimento dos seguidores e direcioná-los para o episódio. As enquetes interativas contemplaram as perguntas você já ouviu falar na expressão segundo cérebro? e você sabe quais são os reflexos curtos e longos do sistema neuroentérico? com opções de resposta sim ou não. Com base nas respostas a estas perguntas, constatou-se que a maioria dos seguidores do perfil do programa no Instagram (21 votos, 84%) conhecia o termo segundo cérebro, mas não tinha conhecimento do que eram os reflexos neuroentéricos (15 votos, 65%). Como essas temáticas foram abordadas no episódio, foi possível presumir que haviam seguidores na rede social que não haviam escutado o episódio do podcast. A partir desses resultados, optou-se por investir em novas estratégias de divulgação, como a postagem de novos stories interativos e de vídeos informativos curtos com intuito de instigar a curiosidade do público pela temática e direcioná-lo ao episódio. Por meio das próprias ferramentas analíticas da plataforma Instagram, foi possível mensurar o impacto dessas estratégias. Em relação ao mês anterior, houve um aumento de 52,9% do engajamento e de 277% do alcance, o que resultou em mais de 720 contas atingidas pelo conteúdo. Assim, com essa abordagem, foi possível aumentar o número de interações e o alcance da página, atingindo novos usuários e, consequentemente, novos ouvintes. Diante disso, torna-se evidente que a utilização do Instagram como ferramenta de divulgação científica é uma estratégia eficiente para instigar a curiosidade e promover o acesso ao conhecimento acerca do funcionamento do corpo humano. Por fim, percebe-se o impacto positivo que o uso das redes sociais tem em ampliar o acesso à informação científica, sendo uma importante ferramenta para a popularização da ciência e para a promoção de ações extensionistas, uma vez que permitem a interação com o público e o alcance de novos espectadores.Downloads
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Publicado
2023-12-18
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
USO DO INSTAGRAM PARA A DIVULGAÇÃO DE EPISÓDIO DE PODCAST SOBRE O SISTEMA NERVOSO ENTÉRICO. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 2, n. 15, 2023. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/116529. Acesso em: 17 abr. 2026.