BARREIRAS TECNOLÓGICAS E PEDAGÓGICAS EM MEIO A PANDEMIA
Palavras-chave:
Educação, Básica, Diversidade, BarreirasResumo
O trabalho apresentado é relacionado ao PIBID - História, Campus Jaguarão, Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, o qual visa a integração entre o ensino superior e a educação básica em escolas estaduais, no qual tem como objetivo demonstrar os resultados durante este tempo juntamente com os alunos do 6° ano, do Instituto Estadual Espírito Santo, na cidade de Jaguarão, RS. Elevando, dessa maneira, a qualidade da formação inicial de professores nos cursos de licenciatura, além de sermos inseridos no cotidiano da rede de educação. Nos primeiros meses já desenvolvemos ações envolvendo a escola, destacando como eram as formas de ensino e quais turmas iríamos trabalhar, focando nosso trabalho na leitura e discussão de alguns textos referenciais teóricos focados no ERER - Educação para as Relações Étnico-Raciais; as Leis 10.639/2003 e 11.645/2008; analisamos documentos como Projeto Político Administrativo Pedagógico (PPP); o Parâmetro Curricular Nacional (PCN) da disciplina de história, conteúdos esses que nos dariam total apoio quando fôssemos para os encontros síncronos dentro do espaço escolar. A partir do primeiro semestre deste ano (junho de 2021), iniciamos as aulas no Instituto Estadual Espírito Santo, na qual nos foi concedida a turma do 6° ano, com 25 alunos, aproximadamente, entre as faixas de 10 e 11 anos. Como primeiro encontro síncrono, desenvolvido nas salas virtuais adotadas pela escola e por nós ao longo desse período, apresentamos aos alunos o programa e a temática em que o PIBID trabalha, relacionada a Educação para as Relações Étnico-Raciais, buscando problematizar e compreender; refletindo as questões raciais, de gênero, políticas e culturais que incluam todos os povos, dialogando sempre sobre a importância do respeito, da liberdade, diversidade e vida digna para todos - em seguida foi levada a questão de sermos agentes da história. No entanto, observamos que há muitas barreiras no que se refere ao ensino remoto à distância, como o acesso à internet, que afeta na baixa quantidade de alunos na sala de aula virtual e nos trabalhos que são solicitados aos alunos. Em uma turma de 25 alunos, somente 10 estavam presentes nas aulas e em média, 5 conseguiam entregar as tarefas. Um exemplo bastante significativo era que todo final de aula fazíamos perguntas como forma de QUIZ (CHAVES apud ANDRADE, 2011), na qual todos prontamente respondiam, e tiravam as dúvidas que anotavam ao longo da aula. O questionamento possível é se estas mesmas estratégias funcionam melhor em um processo físico, em aula presencial, contudo, é que esta versão, no ensino remoto, nos permitiu ter nuances significativas de um processo de interação na aprendizagem dos alunos, como nas práticas pedagógicas. A participação neste programa é bastante proveitosa - dentro dos possíveis - pois nos permite observar um pouco a dura realidade que milhares de docentes e discentes estão vivendo nesse período atípico. A troca com os alunos é o verdadeiro sinônimo de toda essa jornada, mesmo que ainda esteja em andamento, os resultados mostraram que, para além dos níveis de falta de motivação inicial assistidos por nós, os alunos do 6° ano, segundo relatos da professora regente e supervisora, até o momento, está em níveis significativos.Downloads
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Publicado
2021-11-16
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
BARREIRAS TECNOLÓGICAS E PEDAGÓGICAS EM MEIO A PANDEMIA. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 13, n. 1, 2021. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/110274. Acesso em: 14 abr. 2026.