A FRAGMENTAÇÃO DO SUJEITO NA OBRA BERKELEY EM BELLAGIO, DE JOÃO GILBERTO NOLL
Palavras-chave:
autoficção, identidade, contemporânea, escrita, siResumo
A literatura contemporânea vem expondo cada vez mais o eu, trazendo à tona a figura externa do autor, que há muito havia sido morta por pesquisadores estruturalistas. Para alguns teóricos, tais textos vão ser denominados autoficção. O presente trabalho busca discutir o romance de João Gilberto Noll, Berkeley em Bellagio (2002) a partir das noções acerca desse sujeito fragmentado apresentadas pelo gênero autoficcional. Pesquisadores como Diana Klinger defendem que, ao trazer relatos em primeira pessoa, a autoficção, ao mesmo tempo em que parece atender a demanda de um sujeito narcisista, demonstra o desmoronamento da concepção de um sujeito pleno. Tomando por pressuposto a relação da dicotomia eu e outro, acredita-se que, para a obra aqui analisada, a única forma de se sentir inteiro é abraçar o outro e renegar uma visão fixa de si mesmo. Para este fim, utilizar-se-á das contribuições teoricas de Klinger (2012), Trefzger (2013) e Hall (2003).Downloads
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Publicado
2020-03-03
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
A FRAGMENTAÇÃO DO SUJEITO NA OBRA BERKELEY EM BELLAGIO, DE JOÃO GILBERTO NOLL. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 10, n. 2, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/100716. Acesso em: 29 out. 2026.