PREVALÊNCIA DOS AGENTES DA TRISTEZA PARASITÁRIA BOVINA NA FRONTEIRA OESTE DO RIO GRANDE DO SUL
Palavras-chave:
fronteira, oeste, hematócrito, pecuária, RS, subclínica, tristeza, parasitária, bovinaResumo
A bovinocultura enfrenta diversas doenças que se tornam fatores limitantes a produtividade da pecuária entre as quais se destaca a Tristeza Parasitária Bovina. A TPB envolve duas enfermidades bastante conhecidas e seus respectivos agentes: a babesiose causada pelos protozoários Babesia bigemina e B. Bovis e a anaplasmose causada pela Rickettsia Anaplasma marginale, frente aos problemas enfrentados pelos patógenos os dados foram computados a fim de realizar uma análise da prevalência dos agentes da Tristeza Parasitária Bovina na Região da Fronteira Oeste nos anos de 2016 e primeiro semestre de 2017. O estudo baseou-se nos arquivos do Laboratório de Parasitologia da Universidade Federal do Pampa, campus Uruguaiana por meio de materiais enviados, onde foram considerados hematócrito e a parasitemia dos animais, através dos dados foram calculados percentuais de hematócrito e prevalência para os agentes da Tristeza Parasitária Bovina. Durante o período proposto constatou-se que 58,09% dos casos suspeitos foram positivos para TPB através de diagnóstico apartir de esfregaços sanguíneos e análise de hemácias parasitadas por um ou ambos agentes da enfermidade, revelando que o agente etiológico mais importante foi Anaplasma marginale dos casos diagnosticados positivos quanto aos parâmetros hematológicos no caso o hematócrito de animais parasitados e dos animais negativos ao diagnóstico apartir do esfregaço demonstraram pequena diferença entre si, o hematócrito de animais parasitados foi mais baixo que o de animais sadios, isso deve-se a anemia causada pela enfermidade. Com base nos presentes resultados pode-se concluir que o complexo Tristeza Parasitária Bovina é uma das enfermidades parasitárias que mais acomete bovinos na região da fronteira oeste do Rio Grande do Sul e causa prejuízos econômicos em função de tratamentos, perdas produtivas, mortalidade e consequentemente econômicas, além disso sua forma subclínica nos animais tipicamente assintomáticos, são eficientes reservatórios para a transmissão da doença.Downloads
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Publicado
2020-03-03
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
PREVALÊNCIA DOS AGENTES DA TRISTEZA PARASITÁRIA BOVINA NA FRONTEIRA OESTE DO RIO GRANDE DO SUL. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 9, n. 2, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/98618. Acesso em: 26 abr. 2026.