A PROBLEMÁTICA TIBETANA: RELAÇÕES CHINA-TIBETE E INTERFERÊNCIAS EXTERNAS
Palavras-chave:
China, Tibete, Separatismo, FronteiraResumo
A pesquisa se dará no estudo das relações entre Tibete e China. Estabelecendo o recorte temporal a partir de 1950, com a Batalha do Chamdo, uma manobra militar chinesa que com sucesso promove um acordo [Seventeen Point Agreement] entre o Tibete e a China, dentro dos termos chineses. Atentando para a tensão criada em volta do acordo, já que sua validade é questionada pelo lado tibetano, e para o fato que, posteriormente, o Tibete tem reconhecimento como uma região autônoma (GOLSDSTEIN, 1992). Projeta-se, sobretudo, a análise da influência exterior sobre o assunto abordado. A atuação de Estados como a Índia, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos demonstrando interesse na problematização do território tibetano. Procurando preservar o Tibete como uma área de influência isenta de deliberações chinesas. Eventualmente procurando, de maneira estratégica, fragilizar a China; em vista dessa ser uma potencial ameaça internacional. Vide o histórico de relações políticas inconstantes entre o Tibete e a China, de integração e independência, revoltas e atuação militar; chega-se ao problema que norteará a pesquisa. Estabelece-se, portanto, a seguinte pergunta: Como os atores que participam, direta ou indiretamente, da questão tibetana influenciam para sua resolução ou continuidade da problemática?Downloads
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Publicado
2020-02-14
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
A PROBLEMÁTICA TIBETANA: RELAÇÕES CHINA-TIBETE E INTERFERÊNCIAS EXTERNAS. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 10, n. 1, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/86469. Acesso em: 29 out. 2026.