AMPLIACAO DO CAMPO AGROSTOLÓGICO NO ESTUDO DE ESPÉCIES DE PLANTAS FORRAGEIRAS NO CURSO DE AGRONOMIA

Autores

  • Mariana Barreto
  • Renata da Rosa Dornelles
  • Carine Rey Rodrigues
  • Augusto Gossmann Pinto
  • Eduardo Bohrer De Azevedo

Palavras-chave:

Pastagens, Produção, animal, Manejo

Resumo

Os sistemas de produção a pasto são umas das formas menos onerosas e mais práticas utilizadas na produção animal. Logo o conhecimento das espécies forrageiras, bem como o seu manejo aplicado, é de suma importância, pois são estas que promovem aos animais o suprimento diário de forragem, buscando sempre atender suas exigências nutricionais, permitindo maximização da produção animal, obtendo uma otimização na produtividade. O projeto de ensino do Campo Agrostológico, tem como objetivo apoiar ações práticas ligadas a disciplina de Forragicultura e Pastagens no campus de Itaqui-RS. O Campo Agrostólogio está implantado na área experimental da UNIPAMPA, Campus Itaqui, possui canteiros de 9m2, em cada um há uma espécie forrageira sendo elas: Amendoim forrageiro (Arachis pintoi), Braquiária xaraés (Brachiaria brizantha cv. Xaraés), Capim Aruana (Panicum maximum), Capim Elefante (Pennisetum purpureum Schum.), Capim Mombaça (Panicum maximum cv. mombaça), Pangola (Digitaria decumbens) eTifton 85 (Cynodon spp). No ano de 2017 buscou-se ampliação do Campo Agrostológico implantado novas espécies como a Hemartria (Hemarthria altíssima), Milheto (Pennisetum glaucum L.), Sorgo (Sorghum bicolor), Azevém Anual (Lolium multiflorum), Cornichão (Lotus corniculatus), Trevo Branco (Trifolium repens), Trevo Vermelho (Trifolium pratense L.) e Aveia Preta (Avena strigosa). Uma dupla de alunos ficou responsável de conduzir um canteiro com uma determinada espécie, realizando os tratos culturais necessários da cultura como adubação, irrigação e controle de plantas invasoras. Por se tratar de diferentes espécies forrageiras conduzidas pelos alunos, as culturas eram manejas de acordo com o recomendado pela literatura, considerando as alturas ideias para a realização dos cortes, bem como a altura de resíduo recomenda. O manejo da altura do pasto, eram feitas com o auxílio do Sward Stick (bastão graduado), cujo o marcador em acrílico corre por uma régua, marcando a distância entre a lamina foliar mais elevada e a superfície do solo, tomando-se 12 medidas por parcela. Realizava-se cortes das pastagens, para a determinação da produção de forragem. As amostras eram coletadas e levadas ao laboratório e postas a estufas de ventilação forcada a 55°C por 72 horas, para determinação de matéria seca. Realizava-se separações dos componentes morfológicos em folha, colmo e inflorescência. Os alunos responsáveis tomaram os dados da forrageira de forma a caracterizá-la e assim poder traçar um comparativo e acompanhar o desenvolvimento das mesmas. Ao final do semestre os discentes entregaram um relatório com as atividades realizadas e com os dados coletados, e fizeram uma apresentação que constou como parte de avaliação do componente curricular.

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Publicado

2020-02-14

Como Citar

AMPLIACAO DO CAMPO AGROSTOLÓGICO NO ESTUDO DE ESPÉCIES DE PLANTAS FORRAGEIRAS NO CURSO DE AGRONOMIA. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 10, n. 1, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/86349. Acesso em: 28 out. 2026.