MICROBIOLOGIA NAS ESCOLAS: CONHECIMENTO DOS ESTUDANTES ACERCA DE IST
Palavras-chave:
microbiologia, sexualidade, ist, adolescenteResumo
A vulnerabilidade dos adolescentes aos riscos mostra-se aumentada quando somada a inexperiência e a ansiedade em ter a primeira experiência sexual, sendo esta, parte das vezes imposta pela sociedade ou grupo no qual este adolescente está inserido ou busca inserção. Diante disso, aponta-se a informação como ferramenta transformadora da realidade vigente, tendo a escola como referência fundamental, através da realização de ações educativas que visem a promoção e a prevenção da saúde do adolescente, possibilitando ao aluno mais um espaço para expor suas experiências e sanar dúvidas. Buscou-se promover atividades extensionistas visando orientar os alunos de forma didática quanto as principais IST causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. Trata-se de um estudo descritivo, de carater quantitativo, realizado em uma Escola Estadual de Ensino Médio de Uruguaiana/RS. Participaram 19 adolescentes de primeiro e segundo ano, foi realizada uma palestra expositiva, cujo tema foram as Principais Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), onde foram abordados os meios de transmissão, métodos de prevenção, diagnóstico e tratamento de IST como gonorréia, sífilis, herpes, HPV (Papiloma Vírus Humano) e a AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Quando perguntados sobre quais as principais IST que eles conheciam, a mais citada foi a AIDS e a menos citada a herpes. Entretanto no pós-teste, citaram a maioria das IST. Quando questionados sobre as principais formas de prevenir uma DSTs, apesar de 84,2% terem indicado o preservativo, no pré-teste dois alunos citaram pílulas anticoncepcionais como método de prevenir IST, já no pós-teste 100% citou apenas preservativo. Quando questionada a necessidade de uso de preservativo para as diferentes vias sexuais, 100% acreditavam ser necessário nas relações de penetração vaginal e anal, 31,5% consideraram não haver necessidade do para realização de sexo oral, ainda que 89,4% considere sexo oral como potencial transmissor de IST, já no pós-teste apenas um aluno acreditava não ser necessário durante sexo oral. Identificou-se que a maioria dos adolescentes participantes da pesquisa possuem conhecimento geral satisfatório em relação a transmissão, prevenção e tratamento de IST, acredita-se que ações educativas relacionadas a saúde sexual destes adolescentes precisam ser realizadas, para que dúvidas sejam sanadas e informações corretas possam ser disseminadas para/entre os alunos.Downloads
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Publicado
2020-02-14
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
MICROBIOLOGIA NAS ESCOLAS: CONHECIMENTO DOS ESTUDANTES ACERCA DE IST. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 9, n. 3, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/86272. Acesso em: 13 maio. 2026.