PRODUÇÃO DE MUDAS DE TOMATE RASTEIRO E INDUSTRIAL EM ITAQUI RS

Autores

  • Daniel de Barros
  • Geluse Medronha Caldasso
  • Luana da Silva Cadore
  • Mariza Moraes Ponce
  • Luciana Zago Ethur
  • Adriana Pires Soares Bresolin

Palavras-chave:

Lycopersicon, esculentum, Mill, sistema, floating, substrato, comercial, para, mudas, bandejas, poliestireno, expandido

Resumo

Agricultores familiares da região de Itaqui necessitam de variedades de tomateiro adaptadas às condições climáticas da fronteira oeste do RS, que não tenham necessidade de tecnologias avançadas para seu cultivo. Nesse sentido, o objetivo do trabalho foi avaliar a produção de mudas das variedades de tomate rasteiro e industrial, em bandejas com diferentes tamanhos de células, diferentes substratos, em estufa de arco com e sem floating. As variedades de tomate escolhidas foram industrial e rasteiro devido à rusticidade e pelo manejo ser simplificado quando comparado as demais variedades. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3 (bandejas) x 4 (substratos) x 2 (com e sem floating). As bandejas de poliestireno expandido de 76, 128 e 220 células, foram preenchidas com os substratos: comercial, solo peneirado, solo + casca de arroz, substrato + solo. Posteriormente foram semeadas as sementes de tomate das variedades industrial e rasteiro. As bandejas foram colocadas em estufas de arco com e sem floating, por 25 dias, no mês de dezembro. As mudas foram retiradas das bandejas e avaliadas quanto ao comprimento de parte aérea e comprimento de raiz. Para o tomate industrial ocorreram diferenças significativas para maior comprimento de raiz nas bandejas de 128 células, substrato comercial, na estufa com floating; para maior comprimento de parte aérea em substrato comercial e substrato comercial + solo, em bandejas de 76 e 128 células, com floating. Para tomate rasteiro ocorreram diferenças significativas para maior comprimento de raiz nas bandejas de 76 células (sem floating) e 128 células (com floating), substrato comercial e substrato comercial + solo; para maior comprimento de parte aérea nas bandejas de 76 células, em substrato comercial, com floating. Portanto, a indicação para a produção de mudas no mês de dezembro, na fronteira oeste do RS, para tomate industrial é o uso de bandejas com 128 células, substrato comercial, em estufa com floating; para tomate rasteiro é o uso de bandejas com 76 células, substrato comercial, em estufa com floating.

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Publicado

2020-02-12

Como Citar

PRODUÇÃO DE MUDAS DE TOMATE RASTEIRO E INDUSTRIAL EM ITAQUI RS. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 7, n. 1, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/79799. Acesso em: 18 abr. 2026.