Avaliações In Vivo de Cordeiros Semi-Confinados Alimentados ou não com Farelo de Arroz Integral Dados Preliminares

Autores

  • Ademir Junior
  • Volmar de Bona
  • Bruno Schneider Moreira
  • Renata Alves das Chagas
  • Gladis Ferreira Corrêa

Palavras-chave:

suplementação, -, terminação, altura, corporal, conformação

Resumo

A produção em pequenos ruminantes com a finalidade na exploração de carne precoce e de qualidade vem crescendo nos últimos anos, principalmente nesta última safra, onde os preços pagos pelos frigoríficos vêm despontando a cada dia mantendo-se estáveis ao longo do ano. Assim, a mensuração das características in vivo do animal é uma ferramenta de grande importância no momento em que se avalia a terminação destes, considerando as diferentes raças, tornando-se uma maneira eficaz de se comparar e de mensurar o real desenvolvimento corporal e o ponto ótimo de abate. O presente trabalho tem por objetivo mensurar as características de avaliação in vivo de cordeiros semi-confinados suplementados ou não com farelo de arroz integral. Foram avaliados 38 cordeiros da raça Corriedale, castrados e inteiros, com dentição dente de leite e nascidos entre julho a setembro de 2012, com peso médio de 25 quilos. Os animais foram separados em dois lotes no mês de julho do corrente ano, para distribuição dos tratamentos que consistiam em: Grupo 1: campo nativo e Grupo 2: campo nativo + 1,5% de peso vivo de Farelo de Arroz Integral (FAI). No período de adaptação os animais receberam 1% do peso vivo (PV) por três dias, 1,5% por 3 dias. O volumoso ofertado através do campo nativo foi avaliado em sua oferta no ingresso e na saída dos animais ao piquete, bem como em sua qualidade bromatológica. Todos os animais receberam sal mineralizado nos seus respectivos piquetes. A área para alimentação concentrada são cochos construídos de canos de PVC, com espaçamento de 30 cm por cordeiro, respeitando o espaçamento necessário para que todos os animais tivessem acesso ao cocho no mesmo tempo. O piquete destinado ao sistema de terminação, semi confinamento, foi dividido por cerca elétrica em dois piquetes menores de mesmo tamanho e disponibilidade de alimento. Foram coletadas, até o momento, 3 medidas no animal in vivo de: Comprimento Corporal: em centímetros, entre as cruzes e o tronco da cola, utilizando uma fita métrica metálica; Compacidade corporal: peso corporal dividido pelo comprimento corporal, kg/centímetro; Altura corporal: medida de região das cruzes a porção distal do membro anterior; Circunferência de tórax: circunferência total da porção medial do tórax. Após as análises, preliminares dos dados, observou-se que os animais do grupo 1, que recebem suplementação do FAI apresentam médias de 57 cm de comprimento corporal; 64 cm de altura corporal e 72 cm de circunferência torácica. Enquanto que os animais que não recebem a suplementação do FAI, apresentam médias de 59 cm de comprimento corporal, 63 de altura corporal e 73 de circunferência torácica, demonstrando, a principio que a suplementação com FAI tem dado aporte nutricional na terminação dos cordeiros. Conclui-se, portanto, que preliminarmente, os cordeiros que recebem a suplementação do farelo de arroz integral apresentam melhor desempenho que os que não receberam a suplementação em semi-confinamento.

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Publicado

2020-02-14

Como Citar

Avaliações In Vivo de Cordeiros Semi-Confinados Alimentados ou não com Farelo de Arroz Integral – Dados Preliminares. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 5, n. 2, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/65554. Acesso em: 22 set. 2026.