Estética africana
Palavras-chave:
Estética, África, Oficinas, ExtensãoResumo
Com o passar dos anos, o conceito de beleza foi mudando em todo o mundo e a África, um continente extremamente pobre em recursos financeiros, carente em tantos aspectos, é rico em beleza e diversidade cultural, possuindo nele vários tipos de beleza ? como as mulheres africanas as quais nestas oficinas nós buscamos conhecer e estudar. Buscamos valorizar a identidade negra, aproximar os alunos das diferentes culturas, formas de estética e implementar a Lei 10.639/03. A pesquisa foi desenvolvida a partir de leituras bibliográficas, análise de artigos, observações sobre publicações na rede mundial de computadores. Em 22 e 23 de junho de 2012 ministramos as oficinas em duas escolas, para aproximadamente 15 turmas, partindo da 4ª série do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio, incluindo a turma do magistério; tendo ótima aceitação por parte das autoridades e alunos ? além de se interessarem pela atividade também trouxeram à tona exemplos de seu cotidiano e da mídia. Há um preconceito criado sobre o estereótipo do cabelo ?bom? e cabelo ?ruim? que ocorre desde a infância. A criança com o cabelo liso e sem volume é bem vista em relação a com o cabelo afro. Poucos sabem que o cabelo ?pixaim? é considerado o melhor tipo de cabelo. Através das oficinas, visamos desmistificar o senso comum de que o cabelo ?europeu?, aquele tradicionalmente liso e loiro, é o cabelo bom, explorando também certos tipos de beleza africanos. Concluímos que o trabalho teve extrema importância para ressaltar a igualdade entre as etnias e diferenças existentes entre o próprio povo africano. Instigamos novos olhares sobre a África, que não se baseiam somente na fome, pobreza e miséria.Downloads
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Publicado
2013-03-15
Edição
Seção
Ciências Humanas
Como Citar
Estética africana. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 4, n. 3, 2013. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/63704. Acesso em: 20 abr. 2026.