GRUPOS OPERATIVOS como uma estratégia de cuidado no CAPS ad de Uruguaiana: relato de experiência do PET Redes de Atenção

Autores

  • Sérgio Arthur Maria De Castro Júnior
  • Michele Gonçalves Vale
  • Liége Brum Porto
  • Verydiana Peruzzi Comis
  • Elinar Maria Stracke
  • Maria De Lourdes Custódio Duarte

Palavras-chave:

CAPS AD PET GRUPOS OPERATIVOS

Resumo

INTRODUÇÃO:Os estigmas sociais e sanitários gerados pelo uso abusivo de álcool e outras drogas configura-se como um problema de saúde pública no mundo. A dimensão psíquica ou emocional, assim como os fatores de contexto incluindo fatores , culturais, familiares são igualmente importantes.Torna-se assim,um desafio para o profissional e os serviços de saúde,elaborar dispositivos eficazes no enfrentamento desta problemática. O primeiro contato com as drogas muitas vezes ocorre na adolescência. [u1] Nessa fase o indivíduo passa por bruscas mudanças biológicas e psíquicas, sendo a etapa mais vulnerável de todo o desenvolvimento humano. Conflitos de naturezas diversas aparecem num momento de instabilidade emocional e extrema sensibilidade. Mas o fato de experimentar não significa necessariamente dar o primeiro passo para a dependência(Caldeira 1999).Os grupos operativos,ou grupos terapêuticos,surgem como uma alternativa.O CAPS ad é um serviço de atenção psicossocial[u2]  para atendimento de pacientes com transtornos decorrentes do uso e dependência de substâncias psicoativas. Conforme preconizado pelo Ministério da Saúde, esse serviço oferece atendimento diário aos pacientes que fazem uso prejudicial de álcool e outras drogas, permitindo o planejamento terapêutico dentro de uma perspectiva individualizada de evolução contínua; o CAPS ad deve ser apoiado por leitos psiquiátricos em hospital geral e outras práticas de atenção comunitária como internação domiciliar e inserção comunitária de serviços.A inserção acadêmica nestes serviços e grupos, é de fundamental importância para a consolidação da formação de um profissional apto à lidar com esta demanda de pacientes que só faz crescer nos dias atuais.OBJETIVOS:Relatar a experiência de acadêmicos vinculados ao PET REDES DE ATENÇÂO da UNIPAMPA,inseridos no CAPS AD III de Uruguaiana que acompanham os grupos operativos de dependentes químicos no serviço.METODOLOGIA: Trata-se de um relato de experiência de acadêmicos inseridos na condição de observadores em grupos operativos de apoio à dependentes químicos no CAPS AD III de Uruguaiana.RESULTADOS E DISCUSSÃO:Durante este acompanhamento aos grupos realizados no serviço,foi percebido o fortalecimento dos vínculos entre acadêmicos/profissionais e acadêmicos/usuários, conseguindo conquistar espaços junto à equipe do serviço e desenvolvendo a escuta e a sensibilidade tão necessárias na lida com pacientes na situação de drogadição,ter contato com suas histórias de vida,suas ansiedades, suas vitórias e derrotas, nos proporcionam não só um crescimento profissional e acadêmico,mas também um crescimento enquanto seres humanos.[u3] CONSIDERAÇÕES FINAIS: inseridos no serviço, e tendo uma relação mais próxima com os usuários,é possível tecer uma reflexão acerca da própria formação do profissional para a saúde,tendo em vista que a dependência química é uma ?epidemia moderna?, a academia deve estar comprometida com a formação profissional que atenda o perfil dos serviços de saúde mental,para que este individuo possa prestar uma assistência adequada à clientela e seja um agente transformador de sua realidade.  [u1]Inserir um referencia... [u2]Colocar a referencia que vc utilizou aqui. [u3]Inserir uma referencia aqui

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Publicado

2013-03-15

Como Citar

GRUPOS OPERATIVOS como uma estratégia de cuidado no CAPS ad de Uruguaiana: relato de experiência do PET Redes de Atenção. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 4, n. 3, 2013. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/63628. Acesso em: 17 abr. 2026.