Percepções e Vivências de saúde nas Visitas Domiciliares: Relato de Experiência

Autores

  • Ariane Nunes Bender
  • Rochele Dornelles
  • Danielle Scholz
  • Rodrigo Lima Rodrigues
  • Maria De Lourdes Custódio Duarte

Palavras-chave:

saúde coletiva, vivências

Resumo

Introdução: A atenção às famílias e à comunidade é o objetivo central da visita domiciliar, sendo entendidas, famílias e comunidade, como entidades influenciadoras no processo de adoecer dos indivíduos os quais são regidos pelas relações com o meio e com as pessoas. E nesse caso o ?sair para comunidade? precisa ter impacto na maneira de atuação dos profissionais,questionando seus conceitos acerca do modo de vivência e sobrevivência das famílias.  A prática de prestar assistência nos domicílios, nos lares, nos locais de vivência e trabalho das pessoas, favorece uma aproximação da realidade que é complexa e dinâmica, possibilitando, portanto, uma reflexão e revisão da própria atitude dos profissionais na busca de transformações do cuidado (SAKATA, 2007). Objetivos: relatar a experiência das vivências de saúde através das visitas domiciliares desenvolvidas pelo Grupo Práticas Integradas em Saúde Coletiva (PISC) da UNIPAMPA campus Uruguaiana- RS. E também, a relação paciente- profissional, um ponto importante em nossa formação e de fundamental importância para a melhora da qualidade de vida dos pacientes. Metodologias: Trata-se de um relato de experiência de uma acadêmica do 10º semestre do curso de fisioterapia da Unipampa. Os atendimentos são realizados a domicílio, as chamadas visitas domiciliares e fazem parte o Grupo Práticas Integradas em Saúde Coletiva da UNIPAMPA, no município de Uruguaiana- RS. O grupo realiza as visitas ás sextas feiras a tarde e é formado por uma acadêmica da Fisioterapia, quatro acadêmicos da Enfermagem e um acadêmico da Farmácia. Resultados: o paciente atendido pela visita domiciliar requer cuidados especiais que outros pacientes que estão em outros lugares, como o hospital, por exemplo, não dispõem. O simples ato de deixar que estranhos adentrem em suas casas e façam parte do dia a dia é um dos cuidados. Os pacientes se acostumam com a rotina semanal de cuidados, da visita e suas recompensas. E, muitas vezes, nós servimos apenas de um amigo, no qual o paciente desabafa suas experiências de vida. Também, acabamos por conhecer a sua vida e o seu modo de vida, a sua relação familiar, as questões emocionais e seus problemas sociais. Discussão e Conclusões: a visita domiciliar, neste caso é um encontro Universidade- Comunidade. Devemos explorar esse vínculo que é tão enriquecedor para as nossas vidas, tanto para o paciente quanto ao profissional. E não deixar de lado, a parte humana das visitas, sempre respeitando o ser, com suas qualidades e seus defeitos.

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Publicado

2013-03-15

Como Citar

Percepções e Vivências de saúde nas Visitas Domiciliares: Relato de Experiência. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 4, n. 3, 2013. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/63583. Acesso em: 17 abr. 2026.