Rotinas De Enfermagem Em Uma Sala De Recupeação: Um Relato De Experiência

Autores

  • Laís Antunes Wilhelm
  • Carolina Carbonell
  • Carolina Tonini
  • Fernanda Bortolin Maciel
  • Elaine Lutz Martins
  • Cristiane Trivisiol Silva
  • Silvana Cruz
  • Roger Rodrigues Peres.
  • Lúcia Beatriz Ressel

Palavras-chave:

Recuperação anestésica, Avaliação do paciente, Equipe de Enfermagem

Resumo

Os objetivos e vantagens da sala de recuperação incluem prevenção e detecção precoce das possíveis complicações pós-anestésicas e pós-cirúrgicas, assistência especializada a pacientes submetidos a diferentes tipos de anestesias e cirurgias, maior segurança ao paciente, equipe médica e de enfermagem (PRADO, 1998). Trata-se de uma vivência realizada por acadêmicos de enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria, desenvolvida na Sala de recuperação anestésica e intermediária do Hospital Universitário de Santa Maria (SRA/SRI-HUSM), no período do dia 16 de dezembro de 2010 a 27 de fevereiro de 2011, totalizando 120 horas. Foi optado pela sala de recuperação, por ser uma unidade crítica na qual se esperava observar as competências e as habilidades técnico-científicas, ético-políticas e sócio-educativas do enfermeiro. A assistência de enfermagem deve estar voltada para três situações distintas, que são denominadas de recepção, permanência e alta da sala de recuperação. Durante o período pós- operatório, o cuidado de enfermagem concentra-se no estabelecimento do equilíbrio fisiológico do paciente, alívio da dor, prevenção das complicações. (SMELTZER et al, 2009). Após o término da cirurgia o paciente é transferido para a sala de recuperação, a enfermeira que admite o paciente na sala de recuperação revê as informações essenciais com o anestesiologista. Durante o período das vivencias pode-se perceber que isso ocorre de maneira efetiva na SRA/SRI-HUSM. A enfermeira da unidade no momento que recebe o paciente, troca informações com o médico anestesista: dados de identificação, estado geral do paciente, diagnóstico médico, tipo de intervenção cirúrgica e duração, tipo de anestesia realizada, drogas utilizadas para o ato anestésico, soluções e/ou outras medicações utilizadas no trans-operatório, intercorrências no trans-operatório, antecedentes patológicos do paciente, presença de drenos, sondas, cateteres entre outros e recomendações especiais sobre o pós-operatório. Após esse momento a enfermeira sempre iniciava sua avaliação começando pelas vias aéreas, função cardiovascular, incisão cirúrgica e nível de consciência, sempre realizando seus registros. Percebemos a importância do enfermeiro exercer seu papel de gerenciamento da SRA/SRI, o que repercute diretamente na consolidação do elo entre os conhecimentos dos profissionais e a promoção e recuperação da saúde dos sujeitos cuidados. Também, foi possível perceber que no cotidiano desta unidade hospitalar, apesar das atividades exigirem bastante dedicação e envolver ações estressantes, toda a equipe estava atenta a qualquer manifestação que pudesse comprometer o quadro do paciente.PRADO, K.G. et.al. Centro de recuperação pós - anestésico: observação, análise e comparação. Latino Americana Enfermagem, Ribeirão Preto, 1998 Julho; 6 (3). SMELTZER, S.C.; BARE, B.G.; BRUNNER E SUDDARTH. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 11. ed. Rio de Janeiro: editora Guanabara, 2009.

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Publicado

2013-02-03

Como Citar

Rotinas De Enfermagem Em Uma Sala De Recupeação: Um Relato De Experiência. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 3, n. 3, 2013. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/63011. Acesso em: 19 abr. 2026.