Impacto De Geradores Distribuidos Em Redes SecundÁrias

Autores

  • Adir Alexandre Bibiano Ferreira
  • Diego Dorneles Goulart
  • Franciele Cristina Cavalheiro
  • Marthielo Santos Marques
  • Cleverton Santos Do Vale
  • Everson Remi Malysz
  • Marcelo Farias Dos Santos
  • Sergio Bordignon
  • Daniel Pinheiro Bernadon

Palavras-chave:

energia, geração distribuída, ATP

Resumo

Introdução: Aumenta a necessidade e a dependência da energia elétrica exigindo novas tecnologias, ampliação e melhorias. A solução é implantar GD para a produção de energia. Tal modelo refere-se a usinas de diversas faixas de potência e baseadas em uma matriz energética diversificada, denominadas Geradores Distribuídas (GD) [1]. Para implantação de GD se faz necessário, estudos, análises, investimentos e pesquisas. O Alternative Transients Program (ATP) é considerado um dos sistemas de programa mais utilizado para simulação digital de fenômenos transitórios de eletromagnetismo [2]. O software ATP permite a simulação do comportamento da carga elétrica a partir da fonte até o destino. O ATP permite modelar adequadamente os sistemas elétricos, reproduzindo o mais fiel possível à configuração elétrica real das redes [3]. Metodologia: A distribuição de energia para os consumidores segue o seguinte caminho: subestação, transformador, linha, chave e a carga da rede. A GD implantada é ligada diretamente a rede secundária. Gerador: A subestação (SE) com a tensão de linha de 23kV, a tensão de pico pode ser determinada pela equação (Vpp=V1.?2/?3). Transformador: com tensão no primário de 23kV e 380V no secundário com respectivas impedância determinada pela equação (Zb=V2b/Sb). A impedância é 3% do valor da resistência AT. Linha: é a estratégia para distribuir a carga. Chave: permite a abertura e o fechamento do sistema para manutenção preditiva, preventiva e corretiva. Carga: é determinada a partir da potência monofásica, potência reativa, corrente, da resistência e impedância. Aplicando os valores na equação ( ) obtemos os valores para a corrente. A corrente de linha é dada pela equação ( ). Discussão e resultados: Analisando a corrente elétrica e tensão gerada na fonte secundária é importante identificar o ponto de ligação entre cada componente, representado por letras e números. Analisando a tensão e corrente: A corrente medida no amperímetro mostra alteração, sendo o pico 3.323,9A no intervalo X0009 e X0005 com queda no intervalo de 4s a 6s quando a GD entra em operação, tendo uma variação 1.251,90A. A tensão máxima no voltímetro antes da operação da GD é de 276,53V, quando em funcionamento existe uma elevação da tensão para 282,11V. A corrente a partir da GD entre as conexões X0002 e X0021, a partir do instante 4s aberta e fechada no 6s a corrente de pico é de 1.499,9A. Simulando a tensão em X0002, quando a GD é ativa no sistema em sua amplitude máxima elevando a tensão de 276,53V para 282,11V. Conclusão: A implantação de GD para suprir a demanda de energia de consumidores vem a solucionar pequenos problemas trazendo benefícios. Simulações com redes reais, para obter a influência da modelagem mais rigorosa. O uso do ATP permite simular a implantação de geração distribuída GD a uma rede secundária e analisar o seu comportamento. Na simulação foi identificado que existe um ganho de tensão e corrente.

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Publicado

2013-02-03

Como Citar

Impacto De Geradores Distribuidos Em Redes SecundÁrias. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 3, n. 1, 2013. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/62811. Acesso em: 17 abr. 2026.