DiatomÁceas Fósseis Da Formação Touro Passo (pleistoceno Superior), Rio Grande Do Sul, Brasil. (dados Preliminares)

Autores

  • Graciela Marques Suterio
  • Maria Aparecida Maia De Mello
  • Gustavo Maia Leão
  • Joceleia Koenemann

Palavras-chave:

Algas, Quaternário, Paleoecologia

Resumo

Introdução: A presença de diatomáceas em registros fósseis deve-se à natureza resistente de sua parede celular que é composta de sílica. A identificação das espécies pode ser utilizada também para interpretações paleoecológicas, mostrando se às características lacustres foram mudadas durante o período Quaternário, especialmente em relação a eutrofização antropogênica e acidificação, reconstruir os climas passados e as condições passadas nos ecossistemas aquáticos. O objetivo desta pesquisa é identificar as diatomáceas fósseis da Formação Touro Passo (Pleistoceno Superior), contribuindo para a reconstituição paleoambiente aquático e paleoclima da região Material e Métodos: . A formação Touro Passo localiza-se entre os municípios de Uruguaiana e Itaqui no Rio Grande do Sul. O conjunto de afloramentos fossilíferos tem sido atribuído ao pleistoceno superior, idade-mamífero lujanense. Na assembléia Barranca Grande, com o auxílio de uma pá foram coletadas 4 amostras de sedimentos, armazenados em sacos plásticos etiquetados, e posteriormente levados ao laboratório de solos da Pucrs Uruguaiana, para prosseguir com as atividades de extração de diatomáceas, sendo utilizada a técnica de extração de sílica. Resultados e Discussão: Foram montadas 20 lâminas, estas foram visualizadas em microscópio óptico, para a identificação das diatomáceas. Até o momento foram identificados 36 espécimes, distribuídos em 11 gêneros, sendo os mais representativos Hantzschia que é indicador de erosão do solo e poluição orgânica, seguido de Flagillaria, este também é indicador de erosão do solo e águas profundas com turbulência. Entre os gêneros menos representativos encontramos Eunotogramma e Caportogramma. Também foi constata a presença de poríferos. Estes em conjunto com as diatomáceas indicam águas de corredeiras, segundo Zucol e Brea, 2000, o que difere com a atualidade do arroio, que não possui sua nascente em locais altos nem predegosos. Conclusões: Os dados obtidos até o momento nos indicam que o arroio durante a sua evolução já sofria de processos erosivos desta forma torna-se importante a continuidade deste trabalho para a compreensão dos fatores que influenciaram neste processo. Orgão de Fomento:

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Publicado

2013-02-01

Edição

Seção

Salão Internacional de Iniciação Científica

Como Citar

DiatomÁceas Fósseis Da Formação Touro Passo (pleistoceno Superior), Rio Grande Do Sul, Brasil. (dados Preliminares). Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 1, n. 1, 2013. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/62224. Acesso em: 8 out. 2026.