Luxo e Falsificações na China: Oportunidades e Desafios para Marcas de Prestígio
Palavras-chave:
artigos, luxo, consumo, chinaResumo
A China emergiu como um mercado de luxo significativo nas últimas décadas, impulsionado pelo rápido crescimento econômico e pelo aumento da classe média. No entanto, esse crescimento não veio sem seus próprios desafios, particularmente no que diz respeito à proliferação de produtos falsificados. Ao exploraremos o complexo cenário de luxo e falsificações na China, examinando as oportunidades e os desafios enfrentados pelas marcas de prestígio. Este trabalho visa examinar como a ascensão da classe média chinesa e o aumento da renda disponível têm impulsionado o mercado de luxo no país. Analisaremos também as motivações por trás das decisões de compra, que vão desde status social até qualidade e autenticidade. O luxo é um conceito presente no sistema capitalista, é aquele que satisfaz os desejos e as necessidades do ego dos seres humanos. É definido como um produto de luxo qualquer produto cuja utilidade vá além das necessidades básicas do indivíduo. Os luxos são objetos de desejo que fornecem fundamento. Como itens ou serviços não essenciais, esses objetos contribuem para uma vida luxuosa, fornecendo uma indulgência ou conveniência além do mínimo indispensável (WIEDMAN, K., HENNIGS, N., & SIEBELS, A. 2007). O consumo de luxo está ligado tanto a fatores econômicos quanto à força de movimentos sociais (SILVERSTEIN; FISKE, 2003). O mercado chinês se tornou rapidamente um dos mercados mais atraentes para a indústria, se considerarmos um estudo realizado pela consultoria Bain & Company em colaboração com o China Merchant Bank em revelou que o número de indivíduos de grande riqueza na China ultrapassou a marca de 1 milhão em 2014. O mercado de luxo material se desenvolveu ao longo dos séculos na medida em que a sociedade passou a glorificar a posse de bens materiais exclusivos e utilizá-los para se diferenciar de outras classes (SOMBART, 1967). É necessário destacar que a França exerce influência no cenário global da indústria com o grupo LVMH, detentor de marcas como Louis Vuitton, Christian Dior, Tiffany, Givenchy, entre outras. Assim como o grupo Kering, que exerce influência por meio de suas subsidiárias como Balenciaga, Bottega Veneta, Gucci, Yves Saint Laurent, entre outras. No entanto, é importante destacar que a falsificação de produtos de luxo continua sendo uma preocupação persistente na China, prejudicando a indústria e potencialmente afastando os consumidores. Para lidar com esse desafio, as autoridades chinesas têm implementado medidas mais rigorosas para combater a falsificação e proteger a propriedade intelectual das marcas de luxo. O mercado de luxo na China está experimentando um crescimento notável, impulsionado pelo desenvolvimento econômico e pela acumulação de riqueza dos indivíduos no país. Essa tendência é alimentada por diversos fatores econômicos e sociais, como o aumento da renda disponível, a urbanização e o crescimento das áreas metropolitanas chinesas. Esses elementos criaram um ambiente propício para o florescimento do mercado de luxo. O presente estudo busca aprofundar a compreensão das percepções e comportamentos do consumidor relacionados às marcas de artigos de luxo na China. Para estudar profundamente os consumidores e sua relação com a economia, este estudo utiliza uma revisão abrangente da literatura, apoiada pelos últimos relatórios do setor e artigos sobre o luxo na China, respondendo como o consumo de produtos de luxo aumentou no país após o acelerado crescimento econômico. Destacar o comportamento do consumidor chinês e buscar evidenciar as estratégias adotadas para o sucesso nesse mercado, fornecendo uma imagem precisa da situação atual das marcas de luxo no mercado chinês.Downloads
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Publicado
2023-12-18
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
Luxo e Falsificações na China: Oportunidades e Desafios para Marcas de Prestígio. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 1, n. 15, 2023. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/116332. Acesso em: 17 abr. 2026.