O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA EDUCAÇÃO: UM COMPARATIVO ENTRE ABORDAGENS
Palavras-chave:
Experiência, metodológica, tipos, Mapas, Conceituais, Educação, BásicaResumo
O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA EDUCAÇÃO: UM COMPARATIVO ENTRE ABORDAGENS Mirella Branco da Trindade, discente de graduação, Universidade Federal do Pampa, campus Caçapava do Sul Daniele Seixas Lopes, discente de graduação, Universidade Federal do Pampa, campus Caçapava do Sul Tiago Dias Bolzan, docente, Instituto Municipal de Educação Professora Augusta Maria de Lima Marques, Caçapava do Sul André Luís Silva da Silva, docente, Universidade Federal do Pampa, campus Caçapava do Sul mirellatrindade.aluno@unipampa.edu.br Menciona-se neste resumo a vivência da implementação de uma estratégia metodológica por meio do uso de mapas conceituais. O campo da Educação vem observando um crescente interesse na implementação de estratégias de ensino inovadoras e eficazes. Aliado a isso, pode-se mencionar os Mapas Conceituais, dispositivos visuais que auxiliam os alunos na organização e compreensão de conceitos (complexos). Além disso, buscou-se identificar as preferências dos alunos em relação a essas abordagens e examinar como elas podem influenciar o processo de aprendizado. Para atingir os propósitos delineados, elaborou-se um Mapa Conceitual, que serviu como modelo, aos alunos de uma turma de 7º ano de uma escola pública do município de Caçapava do Sul/RS. Um mapa foi utilizado como referência para os estudantes. Posteriormente, os alunos foram organizados em duplas, e construíram os primeiros Mapas Conceituais, envolvendo Números Racionais, que resultaram em representações bastante abrangentes. Em uma etapa subsequente, introduziu-se Mapas Conceituais do tipo não-lineares, os quais exploram as interconexões entre ideias de maneira mais fluida e criativa. Essa diferença significativa entre as abordagens de mapas revelou que nos primeiros mapas construídos pelas duplas os alunos demonstraram uma maior dificuldade na identificação de relações entre os conceitos, sendo mais ineficazes no aprendizado sequencial do conteúdo. Por outro lado, a segunda experiência de construção de Mapas Conceituais exibiu maior criatividade na exploração das conexões entre ideias, demonstrando uma compreensão mais profunda e contextualizada dos conceitos apresentados. Após as exposições, os alunos foram convidados a relatar por escrito suas opiniões e pontos positivos e negativos da experiência vivenciada pela metodologia, com o intuito de avaliar a compreensão das informações, a preservação dos conteúdos e suas preferências individuais. A análise daquelas preferências mostrou uma divisão: enquanto alguns preferiam a estrutura clara dos mapas hierárquicos, outros alunos se sentiam mais engajados na liberdade interpretativa dos mapas não-lineares. Desse modo, considera-se favorável o uso de Mapas Conceituais na Educação, pois este dispositivo oferece diversas oportunidades para aprimorar o processo de aprendizado. Os resultados evidenciam os mapas como uma estratégia importante na Educação Básica, pois permitem que os alunos construam uma compreensão mais ampla dos conceitos estudados. Eles auxiliam na organização das informações de forma visual e na identificação das Mirella Branco da Trindade Página | 2 relações entre os diferentes elementos do conteúdo. Com auxílio dos Mapas Conceituais, o aluno pode ir além da memorização de informações isoladas e construir um conhecimento mais significativo e integrado. Além disso, ao criar seus próprios mapas, é potencialmente capaz de desenvolver habilidades de pensamento crítico, análise e síntese. Agradecimentos: os autores agradecem o apoio da Capes como instituição de fomento ao trabalho, bem como toda equipe de alunos, professores e supervisores do PIBID - Núcleo Caçapava do Sul. Palavras-chave: Experiência metodológica; tipos de Mapas Conceituais; Educação Básica.Downloads
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Publicado
2023-12-18
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
O USO DE MAPAS CONCEITUAIS NA EDUCAÇÃO: UM COMPARATIVO ENTRE ABORDAGENS. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 1, n. 15, 2023. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/116211. Acesso em: 17 abr. 2026.