AVALIAÇÃO DE MÉTODOS DE SOMA TÉRMICA E ESTIMATIVA DO FILOCRONO DE CENTEIO, CEVADA E TRITICALE
Palavras-chave:
FilocronoResumo
A temperatura do ar que afeta diretamente o desenvolvimento das culturas nos diferentes estádios fenológicos, sendo responsável pela aceleração ou atraso no seu desenvolvimento, bem como, a disponibilidade térmica, em função da soma térmica, assim modificando o ciclo da planta. Com os valores de soma térmica e a data de emissão de cada folha é possível se obter o filocorono, sendo este uma maneira de estimar a velocidade de emissão de folhas. O objetivo deste trabalho foi analisar as diferenças entre três métodos de soma térmica com as temperaturas de São Vicente do Sul, RS e estimar o filocrono das três espécies a partir dos distintos métodos de soma térmica. O estudo foi realizado na área experimental do IFFar-SVS/RS. Foram utilizadas as espécies de centeio, cevada e triticale com as cultivares: BRS Progresso, BRS Quaranta, BRS Resoluto, respectivamente. Foram semeadas no dia 14 de junho 2017 com espaçamento entre linhas de 17 cm. As parcelas eram de 16 linhas com 25 metros de comprimento, tendo uma área total de 68 m². Após a emissão da primeira folha foram demarcadas quatro plantas de cada espécie e feito o acompanhamento da emissão de cada folha, até as plantas emitirem a última folha (folha bandeira). Foi calculada a soma térmica utilizando três métodos. A soma térmica acumulada foi calculada pela soma da temperatura acumulada de cada dia (STd) resultante dos diferentes métodos. Também foi calculado o filocrono através do inverso do coeficiente angular da equação de regressão simples entre o número de folhas e a soma térmica acumulada (total de graus dia). Após a estimativa dos filocronos os dados foram submetidos ao teste de Scott Knott ao nível de 5% de probabilidade de erro no software Sisvar 5.6. A soma térmica no final do período, onde houve a última emissão de folha das cultivares de centeio, cevada e triticale foram maiores no método 1, quando comparado aos demais e menores no método 3 comparado ao 1 e 2. A cultivar de centeio foi a única que diferiu em função dos métodos de soma térmica, sendo o método 3 com um menor filocrono diferindo então do 1 e 2.Nos métodos analisados dentro de cada espécie o único que diferiu foi na cultivar de centeio, sendo o método 3 com um filocrono inferior aos demais. Embora não analisada a diferença entre os filocronos das culturas o triticale apresentou um filocrono inferior as outras espécies.Downloads
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Publicado
2020-03-03
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
AVALIAÇÃO DE MÉTODOS DE SOMA TÉRMICA E ESTIMATIVA DO FILOCRONO DE CENTEIO, CEVADA E TRITICALE. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 10, n. 2, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/100849. Acesso em: 2 maio. 2026.