O_ESTUDO_DO_CORPO_NEGRO_APLICADO_NO_SENSORIAMENTO REMOTO
Palavras-chave:
Corpo, negro, SensoriamentoRemoto, energia, incidenteResumo
O estudo do corpo negro auxilia na compreensão dos dispositivos físicos presentes no Sensoriamento Remoto, os mesmos são baseados nas leis de Plank, Wien, Stefan-Boltzmann, Kirchof e Rayleigh-Jeans. Tais leis buscam teorizar o corpo negro, que basicamente diz respeito à capacidade dos receptores de absorver toda a energia nele contida. Este estudo tem relação direta com o sensoriamento remoto termal, o qual analisa o comportamento térmico dos alvos. Porém para que seja possível a compreensão do que se trata de fato o sensoriamento remoto termal, é preciso que primeiramente entender as leis físicas que regem este comportamento. Sendo assim, o primeiro aspecto que devemos pensar é no conceito de fonte corpo negro. A ideia de corpo negro foi desenvolvida por Kirchoff e designa o corpo que transforma em calor toda a radiação que sobre ele incide. Meneses et al. (2012). O corpo negro é definido como sendo uma porção idealizada de matéria, é constituído de um grande número de átomos ou moléculas, conseguindo absorver e emitir radiação eletromagnética em todas as direções do espectro eletromagnético. Podendo ainda de forma mais simplificada ser definido como um corpo que absorve toda a energia e não reflete nenhuma, porém, emite com perfeita eficiência.Todo e qualquer objeto presente no mundo real que possua uma temperatura acima de zero absoluto (273,15° C) possui uma movimentação aleatória das partículas dos átomos e das moléculas e, quando essas partículas se choram elas mudam o seu estado de energia e passam a emitir uma radiação eletromagnética, como descrito por Meneses et al. (2012).Downloads
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Publicado
2020-03-03
Edição
Seção
Artigos
Como Citar
O_ESTUDO_DO_CORPO_NEGRO_APLICADO_NO_SENSORIAMENTO REMOTO. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 10, n. 2, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/100693. Acesso em: 24 out. 2026.