UMA SESSÃO DE EXERCÍCIO FÍSICO PODERIA MELHORAR A EXTINÇÃO DA MEMÓRIA AVERSIVA?

Autores

  • Matheus Naumann
  • Liane da Silva de Vargas
  • Priscila Marques Sosa
  • Karine Ramires Lima
  • Pamela Billig Mello Carpes

Palavras-chave:

Memória, Aversiva, Exercício, Físico, Dopamina, Noradrenalina

Resumo

A memória é uma capacidade básica do sistema nervoso e pode ser definida como um registro das nossas percepções e um produto dos nossos sentidos. Estes diferentes processos mnemônicos podem ser modulados e sofrer a incorporação de novos elementos que se sobreponham a memória original, característica essa que pode ser definida como extinção. Esse aspecto tem grande potencial de utilização terapêutica para o tratamento de transtornos como as fobias e o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), para o qual a terapia de exposição (extinção) é o tratamento de escolha. Neste trabalho, a partir de uma amostra composta por 50 ratos Wistar machos, divididos em três grupos (controle, habituação ao exercício; exercício físico) submetidos à protocolos de exercício e/ou à tarefa de Esquiva Inibitória (EI) e um grupo de controle absoluto (naive), demostramos que uma sessão de exercício físico propicia o aumento dos níveis de neurotransmissores (dopamina e noradrenalina) como já verificado anteriormente, porém não se mostrou suficientemente eficiente em modular positivamente a extinção da memória aversiva.

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Publicado

2020-03-03

Como Citar

UMA SESSÃO DE EXERCÍCIO FÍSICO PODERIA MELHORAR A EXTINÇÃO DA MEMÓRIA AVERSIVA?. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 10, n. 2, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/100171. Acesso em: 3 nov. 2026.