MULHERES NA REFORMA AGRÁRIA: SEMEANDO E COLHENDO AGROBIODIVERSIDADE

Autores

  • Cassiane da Costa
  • Gabriela Martins Braz
  • Cláudio Becker
  • Edenilson Tafernaberry Lencina Machado
  • Kelly Cristina Camargo
  • Stefany Areva Severo
  • Altacir Bunde

Palavras-chave:

camponesas, produção, alimentos, autoconsumo, reforma, agrária

Resumo

O objetivo dessa pesquisa foi estudar o papel da mulher para a conservação da agrobiodiversidade em assentamentos de reforma agrária de Santana do Livramento/RS. Para alcançar o objetivo da pesquisa, realizamos cinquenta entrevistas com camponesas assentadas da reforma agrária de oito assentamentos do município, Cerro dos Munhoz, Bom Será, Paraíso II, Ibicuí, Santa Rita II, Capivara, Roseli Nunes e Santo Ângelo. É significativamente diversa a produção de alimentos nos cinquenta lotes de reforma agrária. A produção possui importância fundamental para a soberania alimentar das famílias e possibilita diversificar as fontes de ingresso de renda agrícola. As mulheres exercem papel central na conservação da agrobiodiversidade nessas unidades de produção agropecuárias. De forma constante, elas demostraram preocupação de que seus produtos sejam de qualidade e livres de contaminantes químicos. Dessa forma, as mulheres semeiam a agrobiodiversidade na reforma agrária. Entende-se que a organização coletiva das camponesas e a criação de políticas públicas específicas a esse grupo são promissoras formas de promover a conservação da agrobiodiversidade.

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Publicado

2020-03-03

Como Citar

MULHERES NA REFORMA AGRÁRIA: SEMEANDO E COLHENDO AGROBIODIVERSIDADE. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 10, n. 2, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/100129. Acesso em: 2 nov. 2026.