COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA DE FORRAGEIRAS ESTIVAIS EM TERRAS BAIXAS DA FRONTEIRA OESTE DO RS

Autores

  • Carine Rodrigues
  • Renata da Rosa Dorneles
  • Eduardo Avelino Faleiro
  • Danielli dos Santos Comassetto
  • Augusto Gossmann Pinto
  • Eduardo Bohrer de Azevedo

Palavras-chave:

bromatologia, forrageiras, qualidade, nutricional

Resumo

A produção das gramíneas forrageiras é determinada pelas características estruturais, que, além de determinarem o índice de área foliar, apresentam alta correlação com o consumo de forragem pelos animais em pastejo e com a qualidade nutricional da pastagem. O valor nutritivo refere-se à composição química da forragem e sua digestibilidade. O objetivo do presente ensaio foi avaliar e a composição bromatológica, de forrageiras que foram submetidos a cortes, de quatro espécies de gramíneas tropicais. O experimento foi conduzido na Agropecuária Busato, Itaqui-RS, com espécies de gramíneas tropicais, no período de avaliação de 19/12/14 com termino a 28/04/15. O solo da área do experimento é classificado como Plintossolo Argilúvico distrófico, caracterizado como solos de terras baixas da Fronteira oeste do Rio Grande do Sul. As parcelas foram compostas por quatro tratamentos, sendo estes as cultivares Milheto (Pennisetum americanum (L) Leeke), Sorgo (Sorghum bicolor), Capim-sudão (Sorghum sudanense) e Braquiária (Brizantha xaraés). O trabalho foi realizado em área experimental de 25m2, utilizando delineamento em blocos casualizados, com parcelas subdivididas no tempo, sendo as parcelas principais os quatro tratamentos e as subparcelas os cortes, com quatro blocos. Foram montadas parcelas de 1,36m de largura x 5,0 m de comprimento com espaçamento de 0,34 cm entre linhas. Com uma régua realizava-se as medidas de altura, onde os cortes eram realizados quando a altura média do dossel atingisse 50 cm, deixando-se um resíduo de 20 cm para milheto, sorgo, capim- sudão; e parabraquiária a altura era de 30 cm deixando um resíduo de 15 cm. As amostras eram então encaminhadas para análise laboratorial para determinação da composição bromatológica, sendo realizadas as análises de matéria seca (MS), proteína bruta (PB) e fibra em detergente neutro (FDN). Capim Sudão e Milheto apresentaram maiores valores de proteína e intermediários de FDN. Apesar das diferenças verificadas, os valores ficaram muito próximos.

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Publicado

2020-03-03

Como Citar

COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA DE FORRAGEIRAS ESTIVAIS EM TERRAS BAIXAS DA FRONTEIRA OESTE DO RS. Anais do Salão Inovação, Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 10, n. 2, 2020. Disponível em: https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/SIEPE/article/view/100082. Acesso em: 31 out. 2026.