AVALIAÇÃO DO DANO OXIDATIVO LIPÍDICO EM INDIVÍDUOS DE DIFERENTES GRUPOS VACINAIS PARA COVID-19

  • Laura Smolski dos Santos
  • Mariana Larré da Silveira
  • Genifer Erminda Schreiner
  • Elizandra Gomes Schmitt
  • Vanusa Manfredini
  • Ilson Dias da Silveira
Rótulo COVID-19, TBARS, Vacinação

Resumo

O Corona Vírus (COVID-19) surgiu no final de 2019 e foi declarado como uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esse vírus causa sintomas como febre, tosse, fadiga, falta de ar, e em casos graves pode levar a insuficiência respiratória aguda e posteriormente podendo levar a óbito. Desde que esse vírus surgiu, ele tem causado uma grande morbidade e mortalidade em todo o mundo, sendo considerada uma preocupação de saúde pública mundial. No ano de 2021, surgiram vacinas contra a COVID-19, que estavam sendo estudadas durante todo o ano de 2020 e sendo feitos os testes necessários, pois as vacinas são muito importantes para a prevenção de óbitos, casos graves de COVID-19 e necessárias para auxiliar o combate a pandemia. No Brasil, há quatro vacinas sendo aplicadas na população, que foram autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), sendo elas: Coronavac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen. O estresse oxidativo ocorre quando há um desequilíbrio entre a produção e eliminação de radicais livres pelo nosso organismo, resultando no acúmulo de radicais livres, causando danos a biomoléculas como os lipídeos, proteínas e ácido desoxirribonucleico (DNA), por exemplo, e diversos são os fatores que podem influenciar na formação deles, não havendo dados na literatura que mostrem essa relação entre estresse oxidativo e formação de radicais livres associados aos diferentes tipos de vacinas presentes no mercado. Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar o dano oxidativo lipídico em indivíduos de diferentes grupos vacinais para COVID-19. A pesquisa foi desenvolvida em parceria com o laboratório Biosul Análises Clínicas, localizado na cidade de Uruguaiana, Rio Grande do Sul (RS), onde os participantes foram convidados a integrar a pesquisa. Para tal, foram recrutados 86 indivíduos, adultos, onde obteve-se um n=30 do grupo controle, n=35 vacinados com Astrazeneca, n=21 vacinados com Pfizer. O grupo controle foi composto por pessoas saudáveis, de um banco de dados já previamente estabelecido. Não foi realizado com o grupo vacinal da vacina Coronavac, pois no período de coletas, a maioria já possuía a terceira dose pelo tempo menor de espera entre as doses, e nem com Janssen pela cobertura vacinal na região não ser tão extensa. Foi assinado o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) e o sangue dos pacientes foi coletado, por profissionais habilitados do laboratório, logo após a aplicação da segunda dose da vacina. Esse projeto encontra-se aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Pampa (CEP/UNIPAMPA) sob o número 20200910185239. Foram feitas as análises de substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS) no mesmo dia da coleta para avaliar o dano oxidativo lipídico segundo metodologia de Okawa (1979), pelo método espectrofotométrico com leitura em 532nm. Os resultados foram expressos em nmol malondialdeído (MDA)/mL. Os resultados foram expressos como média ± desvio padrão e posteriormente foi realizada ANOVA de uma via, onde foi considerado estatisticamente significativo p

Downloads

Não há dados estatísticos.
Publicado
2022-11-23
Como Citar
SMOLSKI DOS SANTOS, L.; LARRÉ DA SILVEIRA, M.; ERMINDA SCHREINER, G.; GOMES SCHMITT, E.; MANFREDINI, V.; DIAS DA SILVEIRA, I. AVALIAÇÃO DO DANO OXIDATIVO LIPÍDICO EM INDIVÍDUOS DE DIFERENTES GRUPOS VACINAIS PARA COVID-19. Anais do Salão Internacional de Ensino, Pesquisa e Extensão, v. 2, n. 14, 23 nov. 2022.