Cadernos de Relações Internacionais e Defesa https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/CRID <p style="text-align: justify;">Cadernos de Relações Internacionais e Defesa (CRID) é um publicação semestral que visa ampliar as discussões sobre o sistema internacional contemporâneo, em especial as temáticas de cooperação e defesa no Sul Global e analisar criticamente os processos e eventos das relações internacionais contemporâneas concernentes à história, política e economia política internacional, à globalização, ao regionalismo,à segurança internacional e à política externa. O periódico é fruto dos trabalhos desenvolvidos no Grupo de Pesquisa em Relações Internacionais e Defesa (G_DIR), no Curso de Graduação em Relações Internacionais e na Pós-Graduação <em>Lato Sensu</em> em Relações Internacionais Contemporâneas na Universidade Federal do Pampa, Campus Santana do Livramento. Sua publicação é semestral.</p> <p style="text-align: justify;">&nbsp;ISSN 2674-8894</p> Universidade Federal do Pampa pt-BR Cadernos de Relações Internacionais e Defesa 2674-8894 <p>Os autores possuirão a propriedade intelectual dos artigos publicados e manterão os direitos de publicação.</p> Editorial https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/CRID/article/view/104589 Roberlaine Ribeiro Jorge Copyright (c) 2020-12-03 2020-12-03 2 3 I VI Uruguay en el Consejo de Seguridad de la ONU ante la invasión a República Dominicana (1965) https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/CRID/article/view/104559 <p>El artículo tiene como objetivo analizar las acciones tomadas por Uruguay en el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas, en ocasión de la invasión de Estados Unidos a República Dominicana en 1965. Además de describir brevemente el episodio y su tratamiento en el organismo, se busca comprender qué fundamentó la postura uruguaya de denuncia de las acciones norteamericanas, tomando en cuenta su condición de miembro no permanente y país pequeño. El trabajo ensaya dos explicaciones, basadas en los determinantes domésticos de la política exterior: la adhesión a determinados principios rectores que históricamente rigen el comportamiento de Uruguay en el ámbito internacional y la preeminencia de la ideología herrerista en el gobierno de la época. Se concluye que estas explicaciones no son excluyentes, sino que pueden ser combinadas para la mejor comprensión de acciones complejas de un país pequeño en el contexto de la Guerra Fría.</p> Lucía Boné Diego Hernandez Florencia Salgueiro Sophía Zeballos Copyright (c) 2020 Lucía Boné 2020-12-03 2020-12-03 2 3 1 23 Política Ártica da China https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/CRID/article/view/104545 <p>Este trabalho disserta a respeito da Política Ártica da China expressa em seu Livro Branco, especulada aqui como uma estratégia para inserção no Ártico. O Ártico tem ganhando relevância a nível global, uma vez que a região tem sofrido severamente os impactos das mudanças climáticas que provocam o derretimento do gelo do Mar Ártico. Esse degelo apesar de causar impactos negativos no ambiente ecológico, tem possibilitado o surgimento de novas oportunidades econômicas na região. Notoriamente a China se revela como parte interessada nos assuntos do Ártico, onde o país tem galgado maior participação e projetado legitimar sua presença na região frente às novas possibilidades. Neste sentido, o estudo teve como objetivo geral analisar os pontos principais da Política da China para inserção estratégica projetada no Ártico através do Livro Branco. As ações chinesas para tal objetivo parecem dar-se via cooperação e multilateralismo com os Estados da região, além da participação ativa na governança do Ártico.</p> Vanessa de Abreu Munhoz Anna Carletti Copyright (c) 2020 Vanessa de Abreu Munhoz 2020-12-03 2020-12-03 2 3 24 44 La articulación y difusión del conocimiento en los campos de Relaciones Internacionales y Economía Política Internacional https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/CRID/article/view/103439 <p>Por meio da utilização e adaptação de abordagens historicistas no campo da Filosofia da Ciência, este trabalho apresenta uma proposta de organização do conhecimento nos campos das Relações Internacionais e da Economia Política Internacional, a partir da introdução das noções de tradição e perspectiva. A utilização de tradições e perspectivas como marcos de organização do conhecimento permite ilustrar pontos comuns de diferentes abordagens teóricas que, sem serem idênticas, compartilham elementos centrais em sua construção, como princípios ontológicos e epistemológicos, ou o privilégio de certos fatores explicativos para o internacional. Da mesma forma, articulam-se a partir de uma epistemologia explicativa entre a tradição realista e a perspectiva do poder, a tradição liberal e a perspectiva institucionalista e, por fim, entre o construtivismo e a perspectiva ideativa. Argumenta-se que a estratégia proposta apresenta vantagens no que diz respeito a disseminar o conhecimento acumulado nessas áreas e orientar as agendas teóricas e empíricas de pesquisa.</p> Hernán Olmedo González Nicolás Pose Copyright (c) 2020 Hernán Olmedo González, Nicolás Pose 2020-12-03 2020-12-03 2 3 45 71 Assimetrias no Mercosul https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/CRID/article/view/103430 <p>Este artigo tem por objetivo geral analisar os motivos que levam a internalização das normas a serem entraves à continuidade e ao aprofundamento do Mercosul. Como objetivos específicos busca-se: compreender o processo de formação do Mercosul; identificar os principais desafios enfrentados pelo bloco e, por fim; analisar as condicionantes que influenciam na transposição das normas desta integração. Para lograr os objetivos, utilizou-se da pesquisa bibliográfica e documental, assim como, do método histórico e comparativo. A hipótese deste estudo baseia-se na concepção de que o principal desafio à preservação e aprofundamento do Mercosul é alcançar uma resposta às assimetrias existentes entre os países membros. Como resultado obtém-se que os entraves na internalização das normas do Mercosul decorrem das assimetrias existentes entre os Estados-membros, evidenciadas inicialmente no processo burocrático de transposição das normas aos ordenamentos jurídicos nacionais e na flexibilidade dos prazos de internalização concebidos pelo Protocolo de Ouro Preto. Uma das conclusões abstraídas é de que a burocracia não é o único fator a barrar a internalização das normas, uma vez que questões políticas e econômicas também tem seu papel neste processo.</p> Sandra Marinês de Campos Velozo Copyright (c) 2020 Sandra Marinês de Campos Velozo 2020-12-03 2020-12-03 2 3 72 93 A Construção de uma Agenda de Segurança e Defesa da CPLP https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/CRID/article/view/103411 <p>O presente artigo buscou realizar uma análise sobre a institucionalização dos conceitos de segurança e defesa na CPLP. Com o objetivo de compreender as medidas adotadas nesta matéria, especificamente por meio da aplicação da Operação Felino e na contribuição brasileira neste domínio, desde a criação da Comunidade, em 2000. Como uma Instituição de caráter recente e com um quadro de Estados-membros heterogêneo, questionou-se como o Brasil está inserido neste processo da construção de um pensamento e resposta conjunta em matéria de segurança e defesa. A hipótese adotada neste artigo reside na observação das experiências adquiridas pelo Brasil no âmbito Internacional, como um fator contribuidor para o adensamento da temática de defesa e segurança na CPLP. Esta análise teve como embasamento teórico a abordagem de Sociedade Internacional, identidade e compartilhamento de normas fornecido pela Escola Inglesa das Relações Internacionais. Neste contexto, o método utilizado foi o hipotético-dedutivo, em uma leitura qualitativa do fenômeno de institucionalização, operacionalização e contribuição brasileira.</p> Lauriane Cruz Aguirre Copyright (c) 2020 Lauriane Cruz Aguirre 2020-12-03 2020-12-03 2 3 94 113 Disputa territorial entre Armênia e Azerbaijão https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/CRID/article/view/104571 <p>Posterior a chamada Guerra de Abril ou Guerra dos Quatro Dias ocorrida em Nagorno-Karabakh (N-K) em abril de 2016, a região retornou para situação de conflito direto a partir de setembro deste ano. Nesse intervalo de tempo, o local que é disputado pela Armênia e Azerbaijão, ficou exposto às intervenções externas, tanto dos países que o disputam quanto pelos terceiros que formaram alianças com estes por razões geopolíticas estratégicas. Nesse sentido, a escalada do conflito no sul do Cáucaso, apresenta mais uma região que sofre desde antes da Guerra Fria, com o avanço do imperialismo colonial.</p> Samara Oliveira Copyright (c) 2020 Samara Oliveira 2020-12-03 2020-12-03 2 3 114 128