Alétheia - Estudos sobre Antiguidade e Medievo https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Aletheia <p style="text-align: justify;">Alétheia - Revista de Estudos sobre Antiguidade e Medievo é um periódico eletrônico vinculado ao curso de História-Licenciatura do Campus de Jaguarão da Universidade Federal do Pampa. Conta com dois membros da editoração da comissão de curso, e três membros de instituições de ensino superior parceiras. Nosso foco consiste em artigos e resenhas acadêmicas de pesquisadores com titulação mínima de graduação. Pós-graduados com títulacão mínima de mestre podem se cadastrar como avaliadores. A periodicidade, a partir de 2019, será anual.</p> <p style="text-align: justify;">ISSN:1983-2087</p> pt-BR Alétheia - Estudos sobre Antiguidade e Medievo 1983-2087 <p>O autor&nbsp;compromete-se a submeter apenas material inédito, ciente das cláusulas existentes na Lei nº 9.610/98 (<em>Lei</em> do Direito Autoral - LDA).</p> O EPISTOLÁRIO DE SIDÔNIO APOLINÁRIO ENTRE PRÁTICAS DE ESCRITA E REPRESENTAÇÕES IDENTITÁRIAS https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Aletheia/article/view/103424 <p>A Gália, no século V EC, foi palco de lutas políticas entre as nobrezas gaulesa e itálica, além de ver surgir a formação e a expansão de reinos alanos e germânicos. Desse contexto, focamo-nos sobre o personagem de Sidônio Apolinário, um nobre clérigo que seguiu uma carreira política de sucesso entre a Gália e a Península Itálica. Literato, ele escreveu diversas epístolas e poemas. Em tais obras, aparecem representados conflitos e negociações políticas entre itálicos, gauleses e germânicos. Neste trabalho, pretendemos observar a relação entre as representações de conflitos em torno de identidades culturais contidas nas epístolas do autor e o seu contexto histórico, bem como entre esse último e a prática de escrita epistolar em si. Nossas ideias vinculam-se, especialmente, à Nova História Cultural.</p> Gabriel Reis Copyright (c) 2021 Gabriel Reis 2021-05-05 2021-05-05 1 2 16 16 Autocriação e condição humana em Sófocles https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Aletheia/article/view/108630 <p>O presente artigo tem como objetivo realizar uma análise do primeiro estásimo da tragédia <em>Antígone</em> (442) de Sófocles. A partir da leitura da passagem escolhida tenciona-se compreender as formas em que o humano pode ser considerado em sua autocriação, e de que maneira Sófocles apresenta a temática da condição humana nos versos estudados.</p> Matheus Barros da Silva Copyright (c) 2021 Matheus Barros da Silva 2021-05-05 2021-05-05 1 2 12 12 John Rambo como Filoctetes https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Aletheia/article/view/108627 <p><strong>RESUMO: </strong>Reconhecendo o amplo leque de abordagens possíveis entre história. literatura e cinema, o artigo investiga a presença de um mito grego no filme <em>Rambo:</em> <em>Programado para Matar</em> (1982). O objetivo é demonstrar a partir do conceito de memória cultural desenvolvido por Jan Assmann e do conceito de mito de Roland Barthes as similaridades possíveis entre o veterano John Rambo e o arqueiro Filoctetes. É defendido o argumento de que a franquia <em>Rambo</em> promove uma reflexão sobre a condição social dos veteranos da Guerra do Vietnã e é um importante veículo para divulgação da ideologia militarista da Era Reagan (1981–1989).</p> Mateus Dagios Copyright (c) 2021 Mateus Dagios 2021-05-05 2021-05-05 1 2 16 16 A Representação de Helena de Troia nas Heróides de Públio Ovídio Naso https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Aletheia/article/view/108621 <p>O presente estudo tem por finalidade observar de forma Helena de Troia é apresentada a partir de duas epístolas presentes na obra Heroides de Ovídio. Em um primeiro momento é apresentada a personagem Helena a partir da ótica de diferentes autores. Após, é realizada uma exposição sobre Ovídio e as epístolas de Páris e Helena. A análise permite observar que os argumentos apresentados na carta do troiano para convencer a rainha espartana se vincuam ao direito que ele teria sobre ela devido aos desejos de Vênus, além das riquezas que ela poderia encontrar em Troia e as provas de amor que ele jpa havia demonstrado. A resposta de Helena demonstra que, apesar de considerar os argumentos defendidos por Páris, a rainha pondera sobre a situação em que se encontra, avaliando as vantagens e desvantagens de abandonar o seu reino. Assim, Ovídio apresenta uma Helena que, mesmo não ignorando os apelos do sentimento amoroso, mostra a capacidade de um olhar questionador e racional em prol de uma decisão consciente e mais favorável aos seus desejos e seu futuro.</p> Letícia Schneider Ferreira Copyright (c) 2021 Letícia Schneider Ferreira 2021-05-05 2021-05-05 1 2 9 9 A cor azul como símbolo de poder https://periodicos.unipampa.edu.br/index.php/Aletheia/article/view/108623 <p>A cor azul, por muitas vezes, foi utilizada para demonstrar poder e valorização. Como exemplos dessa demonstração de poder trago o Portal de Ishta na Babilônia com seus tijolos azuis que&nbsp; impressionavam os visitantes, tendo em vista que a cor azul era muito rara no mundo da Mesopotâmia, e as Mesquitas Azul do Afeganistão e de Istambul, onde a cor e a escrita eram responsáveis por desempenhar o papel das figurações, que não eram aceitas na religião islâmica. Este artigo busca apresentar o quanto a cor, em especial a cor azul, tinha esse papel de representar além do poder político, o poder religioso criando uma proximidade com o mundo superior, com o divino e o eterno.</p> VALDRIANA CORREA Copyright (c) 2021 VALDRIANA CORREA 2021-05-05 2021-05-05 1 2 12 12